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Por Fundação iFHC, em 17/08/2012 às 10:40 / 3 opiniões.
O Secretário Municipal da Saúde de São Paulo, Januario Montone, em conversa com o Observador Político, defende a utilização das organizações sociais na gestão da Saúde. Segundo ele, essa estratégia dobrou a capacidade de atendimento na cidade. Este depoimento é uma prévia do que será abordado no seminário “Saúde: Os Desafios do SUS e o Papel das Parcerias Público-Privadas”.
O evento acontecerá na cidade do Rio de Janeiro, no dia 21 de agosto de 2012 e trata-se do sexto pertencente ao ciclo “As Grandes Cidades Brasileiras: Identificando Problemas, Buscando Soluções”.
Palestrantes: Hans Dohmann (Secretário Municipal de Saúde do Rio de Janeiro), Januario Montone (Secretário Municipal de Saúde de São Paulo) e Sonia Fleury (Professora Titular da EBAPE/FGV).
Organização: Fundação iFHC, Fundação BRAVA e FGV.
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3 opiniões publicadas
O que você tem a dizer?Por Leandro C S Gavinier, em 18/08/2012 às 23:33
Opa! finalmente alguém dando a cara para bater defendendo as Organizações Sociais. É muito lúcida a fala do Secretário da Saúde de São Paulo, o modelo de gestão privada das OS é bem mais efetivo, eficiente e eficaz do que o modelo de gestão estatal. Entretanto o debate entre os modelos de gestão na saúde é um dos mais fervorosos debates ideológicos que conheço e que apanho muito, pois na saúde há escolas e mais escolas cujos professores de saúde pública defendem, e formam trabalhadores que também passam a defender, que todos os serviços de saúde devem estar sob controle da administração direta e qualquer contratação de serviços já passa a ser chamada pelo suposto pejorativo de "terceirização da saúde". Instâncias menores e maiores de deliberação dos projetos de saúde, os Conselhos de saúde, estão fortemente dominadas por representantes compromissados apenas com a valorização do serviço público da administração direta e não propriamente com a qualidade do atendimento, é muito difícil debater com essa gente, pois eles dominam muito a linguagem técnica dos indicadores de saúde e a mídia não sabendo identifica-los como ideologos do estado forte vai de reboque ouvindo "especialistas" que criticam as Organizações Sociais pintando-as de representantes da ordem mercadológica em contraposição a visão humanizada dos orgãos estritamente públicos, mera utopia chechelenta de quinta categoria. Vale dizer também que as OS estão sendo questionadas no STF sobre sua legalidade para administrar serviços de saúde, vale bem acompanhar... Fica a dica para o OP também voltar a esse assunto futuramente. Escreverei mais sobre esse assunto em breve.
Por augusto josé sá campello, em 18/08/2012 às 13:56
Boa tarde. Faço coro com o amigo Erikssom Patos. Muito cuidado! Parece-me que o poder público, o Estado, volta e meia e novamente, elege uma "bala de prata" para dar solução a seus problemas. No caso são as PPPs ou a agregação das OS. Nos anos 80 foram as fundações. Ajscampello
Por erikssom patos, em 17/08/2012 às 21:50
Há que ir devagar com as OS, porque já há casos denunciados desde 2010 por órgãos de imprensa com extensas matérias mostrando furos de filas de cirurgia, mafia de pontos, etc... Isso não é uma panaceia. São vários órgãos de imprensa, SBT, Globo, Recorde, etc...