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Por Observador Conteúdo, em 05/06/2012 às 12:45 / 14 opiniões.
O deputado federal Edinho Araújo (PMDB-SP) foi relator da proposta que cria novos instrumentos de prova para o motorista que dirige embriagado. Segundo ele, isto é importante para preencher um vazio jurídico que visa inibir esse crime. para o parlamentar, hoje o Brasil tem muitos partidos e poucas propostas. ele diz que os partidos funcionam como um cartório eleitoral. Araújo defende uma reforma política, com financiamento público de campanha e voto distrital.
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14 opiniões publicadas
O que você tem a dizer?Por Dmitri Razumikhin, em 11/06/2012 às 09:48
Quanto é que esse Edinho está pagando?
Por jose alberto de toledo, em 07/06/2012 às 13:39
QUE PARTIDOS EXISTEM HOJE? NÃO EXISTE UM POLITICA PARTIDÁRIA, EXISTE O TOMA LLÁ DA CÁ, É DANDO QUE SE RECEBE. TEMOS POLITIQUEIROS DEMAIS, QUE NÃO FAZEM NADA, PROJETOS EXISTEM MAS NÃO SÃO EXECUTADOS PORQUE EXISTE A POLITICAGEM ATRÁS DELES.
Por Octávio Henrique, em 06/06/2012 às 22:08
Também há prefeitos meio eficientes de mais, Edinho. A periferia da minha querida São José do Rio Preto que o diga.
Por Antonio Durão, em 06/06/2012 às 11:22
Ideias??? Onde, onde???
Por José Antônio da Conceição, em 07/06/2012 às 10:50
@adurao Poderiam estar aqui mesmo no OP Durão. As que surgiram até agora foram bombardeadas e explodidas no nascedouro. Ainda estou tentanto intuir os OBJETIVOS do OP (os verdadeiros) e, também do pessoal que por aqui registra suas "balizadas opiniões". Ou será que é "basilares opiniões"? (Na opinião deles, claro!)
Por Dmitri Razumikhin, em 05/06/2012 às 20:55
Esqueceu o "nobre deputado" de dizer que, da mesma forma que há partidos demais, há deputados em excesso. Cambada de far niente.
Por jose alberto de toledo, em 06/06/2012 às 19:25
@razumikhin CONCORDO EM GRAU, GENERO E NUMERO.
Por Fernando Augusto Rodrigues da Costa, em 05/06/2012 às 18:48
É sabido, que essa quantidade elevada de partidos não contribui em nada para o aprimoramento da democracia. Pelo contrario, isso induz ao aluguel das legendas e à corrupção. Deveríamos ter poucos e fortes partidos, baseados em propostas sérias e na ética. O que temos visto, nos dias atuais, são partidos sem propostas, sem dignidade, que se vendem a qualquer preço.
Por haroldo paixao, em 05/06/2012 às 17:38
Quadrilhas, isto sim, onde a marginália encontra abrigo, apoio, forma novas quadrilhas, e tudo isto para nos roubar. Não há direitos sem responsabilidades, e esta última os nossos políticos não tem. IMUNIDADE É IMPUNIDADE.
Por Luiz Felipe, em 05/06/2012 às 14:29
Será que temos partidos ? Não, não temos partidos, mas, isto sim, "acampamentos de interesses e interesseiros imediatistas", como já diziam os mais antigos. Até por isso, não temos processo eleitoral, mas, isto sim, corrida do ouro, com o mesmo espírito e propósitos dos velhos tempos da descoberta e da colonização do Brasil. Sob essa ótica o processo político-partidário-eleitoral que aí está, na verdade, é uma espécie de galinha dos ovos de ouro, da caciquia partidária, dos empreiteiros, dos cachoeiras, dos demóstenes e cia. . Mas poucos conseguem sair impunes dessa loucura, e não se dão conta disso durante a febre do ouro. Financiamento público de campanha, por sua vez, a nosso ver, é colocar mais combustível na fogueira da corrupção que já se alastrou por toda parte e está queimando tudo e todos. O problema é inerente às campanhas, ao que parece.
Por Nilso Sguarezi, em 07/06/2012 às 19:41
@luisfelipe Não creio que o excesso de partidos seja o mal maior da nossa politica, mas sim a deturpação da representação igualitária dos eleitores. O "CENTRÃO" aliado ao norte e nordeste, impediu que fossem alteradas as regras do "pacote de abril", quando a Ditadura Militar impos que os estados menores tivessem um minimo de 8(oito) deputados, superdimensionando assim o voto dos eleitores dos pequenos estados e desvalorizando o votos dos milhoes (a maioria esmagadora do eleitorado brasileiro) do grandes estados. Até que não seja corrigido esta deformação na representação popular, pouca coisa se fará com qual seja o sistema partidário ou numero de partidos. Imperioso se quizermos continuar e efetivamente sermos uma democracia, que a soberania popular do voto - com valor igual para todos - seja uma realidade (artigo 14 da CF), caso contrário jamais e em tempo algum o povo poderá efetivamente impor a sua vontade sobre os governantes.
Por Jose Reis Barata Barata, em 05/06/2012 às 14:24
Talvez não precisemos tanto de idéias, quanto de trabalho, de ação. Também, talvez tenhamos que lutar bem mais contra o monopólio partidário que a proliferação dos partidos. A concorrência ate´ na política é salutar. Toda concorrência leva ao monpólio.
Por Ricardo Guignoni Neto, em 11/06/2012 às 23:00
@jose-reis-baratabarata se, entendermos que a concorrência aumenta a oferta, porque a mesma levaria ao monopólio?
Por roberto argento filho argento, em 05/06/2012 às 13:08
"“Temos partidos demais e ideias de menos”, diz Edinho Araujo" - sei não. Acho que temos partidos dem mais e as mesmas ideias demenos. Alguém duvida?