24/04/2013 as 12:31
Usuário ou email não é válido
Sua senha foi enviada, verifique seu email com as intruções para recupera-la
Busca
10 mil brasileiros discutindo uma Nação
Se você não receber nenhum e-mail de confirmação em alguns minutos, por favor mande-nos um e-mail para o endereço obserpolitico@gmail.com que vamos solucionar o seu problema.
Hoje // Últimos 7 dias // Últimos 30 dias
Por Observador Conteúdo, em 15/08/2012 às 16:17 / 7 opiniões.
Para o cientista político Bolívar Lamounier, o fortalecimento das instituições republicanas dependem de maior fiscalização por parte da sociedade e de um Poder Judiciário rígido e que trate todos com igualdade. Segundo ele, ao constatar que houve crime o Judiciário não pode deixar por menos, tem de punir.
Tem algo a dizer?
7 opiniões publicadas
O que você tem a dizer?Por augusto josé sá campello, em 16/08/2012 às 14:08
Boa tarde. Nosso amigo B Lamounier tem rasão. A Justiça tem de punir. Ajscampello
Por Ismael Silverio Da Silva silvério, em 16/08/2012 às 16:21
@ajcampello Como vai,tudo bem? Sua manifestação era esperada ,sabia que, iria gostar.
Por Ismael Silverio Da Silva silvério, em 16/08/2012 às 10:24
Se nos tivermos administrações serias transparente em todos os níveis da federação, trabalharemos felizes nas nossa atividades ou seja ,nas profissões que escolhemos ,certo de que não estamos sendo roubados.
Por Ismael Silverio Da Silva silvério, em 16/08/2012 às 10:17
Se os vereadores trabalharem, juntamente com seus dez a vinte assessores indo cada um para as diversas região da cidade, junto a comunidade ,captar através de reuniões demandas ,não precisaria sujeitar a comunidade a formar associações, participar sempre de reuniões para reclamar de buracos na rua ,falta de luz em algum lugar ,ruas a serem asfaltadas ,necessidade de postos médicos Etc...No Brasil temos a idéia que, o começo da vida de um representante e como presidente de associação, não necessariamente!!!!!o começo deveria ser no exercício de qualidade como assessor, que são justamente aqueles que na campanha do vereador, abrasa, se dedica a pedir apoio para o seu candidato,indo de porta em porta falar sobre seu candidato ,pedindo votos. Nos estamos pagando Brasil a fora milhares de assessores sem fazer nada ,o vereador eleito contrata, seu parente ,o almofadinha da esquina,a mocinha bonitinha ,o mocinho bonitinho, o estudado que só sabe andar de carro pra cima e pra baixo,o assessor laranja aquele que tem um salário de 6500,00 mas leva só 1200,00 em cassa e ai vai. Aquele que trabalhou junto a comunidade e esquecido. E por também isto que estou propondo meu projeto , Centro de Convenções em Brasília para as Cidades.
Por Ismael Silverio Da Silva silvério, em 17/08/2012 às 15:10
@silverio E preciso estimular ,para que os futuros candidatos comecem a interessar pela representação política vindo destas bases, mas desde já conscientes do trabalho serio.
Por Alberto Figueiredo, em 15/08/2012 às 18:21
I - ATENÇÃO: ESTÃO 'ARMANDO' NA SURDINA! PROJETO DE ANISTIA NA SURDINA Tramita silenciosamente na Câmara projeto de lei que anistia todos os deputados envolvidos no MENSALÃO e que tiveram o mandato cassado. Os beneficiaedos: José Dirceu (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ) e Pedro Correa (PP-PE). Caso tudo saia de acordo com a vontade desses canalhas debochados, vai caber a cada um de nós conversar com as pessoas e impedir que dêem, de maneira ignorante, o seu voto a quem merece cadeia II - Impróprio para menores Impróprio é o ministro, não o blog. Palavras do ministro Toffoli, em agressão ao jornalista Noblat(sabemos quais foram, não precisa repetir) Notícia exdrúxula que está hoje na coluna de Ancelmo Gois Medalha para Toffoli A Câmara de Vereadores do Rio aprovou ontem a concessão da Medalha Pedro Ernesto a Dias Toffoli, o ministro do STF. A razão da medalha agora, quando o ex-advogado do PT é questionado no julgamento do mensalão, é... não sei. O colunista pode não saber, mas, pelo jeito, os vereadores cariocas adoram açúcar.
Por Dmitri Razumikhin, em 16/08/2012 às 11:32
@alberfig Errado. Cariocas apenas referendam - fazer o quê? - a escolha que os paulistas adoraram, digamos assim, provar.