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Por Observador Conteúdo, em 21/03/2012 às 11:47 / 6 opiniões.
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6 opiniões publicadas
O que você tem a dizer?Por mario jota, em 29/06/2012 às 22:52
Drogas se combate também com repressão. O duro é´ter de aguentar tanta falácia................
Por milton valdameri, em 29/06/2012 às 20:13
Em que país vive este "Dr."? Se ele visitar o Brasil poderá descobrir que não existe infraestrutura (clínicas e profissionais) para atender os casos de dependencia química atuais. As drogas como a maconha e a cocaína não causam acidentes de trânsito? Não provocam violência familiar? E quantidade de crimes praticados por dependentes de crack e cocaína para sustentar o vício, ele nunca ouviu falar?
Por how to cure anxiety, em 21/05/2012 às 03:03
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Por José Nunes, em 16/04/2012 às 22:19
Tem gente que acredita... Fico imaginando o governo "turma do PT e Base Aliada", com grandes propriedade de cultivo de Maconha, Coca. Opio e etc. e com a vantagem de ser purinha da boa... Hospitais exclusivo pra drogados "os existente já são uma droga". Acorda aqui nada vai melhorar nada, só melhora pra quem morre, pelo menos não vê nada disse. droga e droga entra nela quem quer e assume o risco de ser excluído.
Por Francis Torres Gibson, em 02/04/2012 às 10:38
Bom dia Dr. Dartiu Xavier . Envio esta mensagem com a finalidade de divulgar meu projeto à respeito das drogas. Gostaria que pudesse ler com atenção, pois acredito que seja uma forma de mudar o conceito das pessoas em relação aos usuários, o conceito dos usuários em relação às drogas e acabar de uma vez por todas com o tráfico. Segue abaixo o texto: Drogas: Uma Questão de Saúde Pública A questão é polêmica. As drogas podem sair de nossos pesadelos: para isso precisamos buscar saídas, e as idéias, aparentemente contestáveis, merecem ser analisadas, discutidas e viabilizadas. Como temos tratado os usuários de drogas? Que abordagem terapêutica nós temos utilizado? A abordagem alopática ou a homeopática? Vejamos um exemplo metafórico: Imaginemos um cavalo desenfreado em disparada numa pista. Como fazer para pará-lo? Montarmos em um cavalo veloz até alcançá-lo, igualarmos à sua velocidade, laçá-lo e aos poucos dominá-lo até sua total inércia, sem causar-lhe lesões? Esta seria a abordagem homeopática: tratamento por semelhança. Ou através da abordagem alopática: tratamento por contrários, o que equivaleria a parar o animal imediatamente, colocando uma barreira de concreto na pista, sem qualquer chance de sobrevivência? A abordagem utilizada hoje para o combate às drogas tem sido desastrosamente a alopática e desta forma nunca venceremos. Não estamos tratando o doente, mas buscando exterminá-lo e pior, sem sucesso. O tratamento atual é ineficaz. Se o método atual não surte resultado satisfatório, porque não tentar o “método homeopático”? Não se trata em absoluto de liberalizar as drogas, mas de tratar os usuários de maneira digna, eficaz para que possam se libertar do vício. Tratar o usuário como DOENTE e não como criminoso. O plano seria tratar as drogas como questão da Saúde Pública e o Governo assumir a total responsabilidade no tratamento da doença dos usuários. Para isso produziria, forneceria as drogas e garantiria o tratamento médico e terapêutico, físico e psicológico do usuário. O que pode parecer absurdo pode também ser nossa única saída. O plano preveria: 1- Produção ou aquisição das substâncias pelo Governo. Construção de grandes Centros (Laboratórios) produtores e distribuidores de todas as substâncias químicas utilizadas pelos dependentes de drogas. É fundamental reduzir os riscos aos usuários de drogas. A produção ou aquisição rigorosa garantiria a qualidade da substância química utilizada. Laboratórios de última geração devem ser criados a fim de produzirem as substâncias. 2- Cadastramento de todos os usuários: passariam por uma triagem médica na qual seriam avaliados o tipo de dependência e a quantidade de droga a ser ministrada, recebendo um cartão de identificação de usuário, com tarja magnética (semelhante a um cartão de crédito) contendo todas as informações sobre a prescrição médica, posologia, terapias indicadas etc. 3- Fornecimento das drogas como prescrição médica aos usuários através de Centros de Saúde, Clínicas e Hospitais Públicos ou de Hospitais Exclusivos.. 4- Tratamento da dependência física e psicológica das drogas. Criação de Hospitais exclusivos para tratamento de dependentes com profissionais de todas as áreas de saúde: médicos, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, etc. e assistentes sociais. Todos os usuários teriam o direito à terapia para auxiliá-los no abandono das drogas. Os pacientes seriam tratados em regime de internação integral, internação dia, ou sessões conforme o nível de necessidade. 5- Implementação de Políticas Públicas de Combate às Drogas, plano que incluiria: esclarecimentos à população sobre os efeitos aniquiladores das drogas, através de mídia diversificada, centros de apoio aos familiares e implementação de matéria de ensino obrigatório em escolas. A logística, claro, deverá ser aprimorada, mas em tese: o Governo produz e fornece a droga diretamente ao usuário que tem à sua disposição um tratamento médico eficaz. Quais as vantagens deste plano? As inúmeras vantagens beneficiariam o indivíduo, a sociedade e a Segurança Nacional. Os viciados passariam a ser tratados como doentes e deixariam de ser criminosos além de se livrarem dos verdadeiros criminosos, os traficantes. O indivíduo enquanto doente teria garantia da qualidade e regularidade da substância química da qual é dependente com total segurança. A disponibilidade da substância, sem custo e sem dificuldade não o levaria a riscos e a atos criminosos como roubo e latrocínio para obtenção e sustento de seu vício. Os lares não sofreriam com as dores de ter um ente drogado sujeito a ser morto a qualquer momento através da própria ingestão da droga ou por envolvimento com a criminalidade. Nossos filhos, jovens e adultos não correriam o risco de serem abordados por traficantes em escolas, clubes, bares, boates para induzi-los ao vício. Deixariam de existir os aliciadores de menores ao uso de drogas pois não haveria mais vantagem financeira. O tráfico de drogas acabaria: a quem ofereceriam drogas se a disponibilidade de abastecimento através de fontes lícitas governamentais seria total? A “função” traficante neste país deixaria de existir: não havendo demanda não há oferta. Não haveria mais guerra entre policiais e traficantes. A criminalidade diminuiria consideravelmente, chegando a índices insignificantes. As prisões se esvaziariam. Os drogados presos atualmente poderiam ter liberdade uma vez que seriam tratados. Mesmo aqueles presos por tráfico, desde que não tenham condenação por outro motivo, poderiam ser colocados em liberdade após a implementação do plano. Os vínculos entre o tráfico de drogas e o crime organizado seriam rompidos, pois o dinheiro do tráfico não mais auxiliaria na corrupção e no financiamento do terrorismo. Os gastos do Governo com os usuários seriam consideravelmente menores do que aqueles empreendidos para combater os traficantes, manter a segurança pública e a aplicação das leis. O tratamento desta DOENÇA promoveria a conscientização da sociedade para os riscos gerados pelo uso de drogas. O tratamento para reabilitação e desvinculação do vício deverá ser opcional ao paciente, pois somente através de opção consciente e voluntária conseguiremos o êxito. O processo de conscientização seria natural. Chegaríamos a um ponto de abandono total dos vícios como vem ocorrendo paulatinamente com o cigarro através das Políticas Públicas adotadas. Uma Nação mais forte e progressista, um povo saudável e sem medo. Novos horizontes estão despontando para esta humanidade tão sofrida. DROGAS! ORA DROGAS! Francis Torres Gibson Brasileiro, 86 anos, empresário, casado, três filhos, seis netos, nenhum envolvido com drogas. Contato: francistorresgibson@hotmail.com
Por sana pan, em 30/03/2012 às 15:04
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