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Violência

Por Jose Reis Barata Barata, em 11/05/2012 às 17:11  / 14 opiniões.

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    14 opiniões publicadas

    O que você tem a dizer?

    Por augusto josé sá campello, em 11/05/2012 às 17:11

    Boa tarde. Tenho muita curiosidade. Sempre que pude e posso tento obter textos, dados, documentos, etc. Como vai trabalhar esta Comissão da Verdade? O Dr Hage, em entrevista nos diz, com todas as letras que até o Governo Federal não está preparado para cumprir a tal Lei da Transparência - acesso do cidadão os dados, arquivos, textos, informações, etc. Quem viver, verá. AjsCampello

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    Por Jose Reis Barata Barata, em 01/04/2012 às 05:24

    Com outras letras mais apropriadas: Srª. Juíza Dra. Marli Nogueira, Juíza do Trabalho em Brasília. Conhecia a carta. “eles sabem” - e daí o desespero que toma conta deles - que o “todo mundo” começa a ter certeza. Deixemos claro que se deve entender por “eles” todo o rol de Partidos Políticos, ou seja, o PUG – Partido Único Governista. Partido que descarada e irresponsavelmente apresenta uma nova face totalitária; face de punguistas, oportunistas e aproveitadores da nacionalidade, do civismo e da cidadania. Somente ainda não incluo o PSDB neste rol porque suponho existir nele o que resta de pessoas que pensam e praticam política seriamente deixando perceber o que sobra de reserva política moral deste país em liderança, militância e esperança. Contudo, se ouso esta suposição, não posso deixar de afirmar que em favor dela, pesa fortemente o fato de alguns líderes do PSDB com uma incompreensível miopia social, cuja dubiedade de condutas autoriza significativa dose de desconfiança. De toda a relação não exaustiva de saberes tão precisamente anotada por V. Exª tomo a liberdade de realçar dois: “18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos Governos Militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo por inteiro. 29) Porque eles sabem que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento, pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.” efusivas sds.

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    Por Jose Reis Barata Barata, em 01/04/2012 às 05:08

    Srª. Juíza Dra. Marli Nogueira, Juíza do Trabalho em Brasília. Conhecia a carta. “eles sabem” - e daí o desespero que toma conta deles - que o povo começa a ter certeza. Deixemos claro que se deve entender por “eles” todo o rol de Partidos Políticos de uma nova face totalitária que congrega punguistas, oportunistas e aproveitadores da nacionalidade, ou seja, o PUG – Partido Único Governista no qual somente ainda não incluo o PSDB é porque neste suponho existir o que resta de pessoas sérias e percebo na composição dele o que sobra de reserva política moral deste país em liderança, militância e esperança. Contudo, se ouso esta suposição, não posso deixar de que contra ela pesa fortemente alguns líderes de uma incompreensível miopia social, cuja dubiedade de condutas autoriza significativa dose de desconfiança. De toda a relação não exaustiva de saberes tão precisamente anotada por V. Exª tomo a liberdade de realçar dois: “18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos Governos Militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo por inteiro. 29) Porque eles sabem que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento, pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.” sds.

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    Por Boina Verde, em 31/03/2012 às 19:41

    O texto é longo, mas não poderia ser menor uma obra que joga um pouco de luz nessas trevas por onde navegam meia dúzia de fedelhos, muitos deles nem nascidos no tempo a que eles chamam de " ditadura". Não a viveram e não dispoem de educação nem de cultura para entender um momento político com essas características. Para quem quiser ler um pensamento verdadeiro, sem as manchas da mágoas nem os floreios do servilismo, posto abaixo uma carta dirigida às Forças Armadas,por uma JUÍZA de Brasília. Juíza Dra. Marli Nogueira, Juíza do Trabalho em Brasília. Juíza às Forças Armadas Os militares precisam descobrir a força que a instituição tem. Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das Forças Armadas e sobre a relu­tância dos governos de FHC e de Lula em reajustar dignamente os salários dos militares. O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a insis­tência em negar os reajustes salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem com­prometer a dignidade de sua existência. Mas, depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já ficou fácil perceber que não é esse o motiv o que leva o governo a esmagar a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita serie­dade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade. A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os milhões (ou bilhões?) de reais que se des­viaram dos cofres públicos para os ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas CPIs em andamento no Congresso Nacional. O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissí­veis entre a PM e as Forças Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte paga­dora – a União – visa criar uma situação constrangedora para os que integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar todas as Polícias Militares do paà ­s, consideradas forças auxiliares e reser­va do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal). Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você, leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças Armadas e os militares, a ponto de o presidente da República sequer re­ceber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucede­ram. Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo: 1) Porque esses políticos (assim como os ‘formadores de opinião’), que falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o Brasil – suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para os seus problemas – e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades. Já os políticos profissionais – salvo exceções cada vez mais raras – passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor idéia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por com­pleto suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pre­tendem governar ou para el a legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o assunto. Sua única preocu­pação é ficar rico o mais rápido possível e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstra­ções de luxo e ostentação. 2) Porque eles sabem que durante a ‘ditadura’ militar havia projetos para o país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que, aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro. 3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas existentes. Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar. 4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego, índice de pobreza, etc. 5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no trabalho, mesmo entre seus pares. E esses políticos porto não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio desperdício e a sua própria incompetência. 6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras difíceis ou de conceitos abstratos para enganá-lo. 7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo sabendo que não farão jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto, jamais lhes passou pela cabeça pleitear. Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais. 9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que nababescamente com o dinheiro público. 10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem que deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe. 11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a guerra, onde ordens emanadas se cumpridas de forma equivocada podem significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota na batalha. 12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem. 13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira pela ‘janela’ ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio. 14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outros a suportar as agruras de locais desconhecidos – e muitas vezes inóspitos -, além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua cidade natal. 15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma e o conteúdo. 16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que, com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de campanha. 17) Porque eles sabem que para os militares, o dinheiro é um meio, e não um fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil – e não de atos meritórios – o seu instrumento de convencimento a uma população em grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à corrupção. 18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos Governos Militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo por inteiro. 19) Porque eles sabem que os militares passam a vida estudando e praticando, no seu dia-a-dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado. 20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas. 21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida) acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a democracia, e que, por dá cá aquela palha, estão sempre dispostos a perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país. 22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de Estado espertamente camuflado de ‘democracia’ (o que vem enfim revelar e legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo povo brasileiro. Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio. 23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutavam pela ‘democracia’, quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos sempre foi – e continua sendo – o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquela que eles afirmam ter combatido. 24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre enxergou a inegável competência dos governos da ‘ditadura’, graças aos quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim, com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos. 25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus pendores nada democráticos. 26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem tendências para golpes, só interferem – como em 1964 – quando o povo assim o exige. 27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas são um estorvo para quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida. 28) Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de nossos problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de nossos governantes e políticos profissionais. 29) Porque eles sabem que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento, pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento. 30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e às Forças Armadas – por maiores que sejam seus defeitos e limitações não tem respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar. Juíza Dra. Marli Nogueira, Juíza do Trabalho em Brasília. Abraços a todos da família militar

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    Por Luiz Felipe, em 31/03/2012 às 05:51

    Pela paz, pelo amor, pelo perdão, pela reconciliação, pela união e pela mobilização em torno da Mega-Solução, pelo PNBC (Projeto Novo Brasil Confederativo), pelo Novo Caminho para o Novo Brasil de Verdade, porque evoluir é preciso.

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    Por lauro esteves, em 31/03/2012 às 00:20

    Foi durante a ditadura militar que as maiores atrocidades foram cometidas contra os que se opunham ao regime. Neste período os estudantes, os intelectuais, os engajados políticos, foram as principais vítimas do sistema que contestavam. Em plena Guerra Fria, a elite brasileira posicionou-se do lado dos Estados Unidos e da direita ideológica. Ser comunista passou a ser terrorista. Combatê-los era, segundo a visão do regime, defender a pátria de homens que comiam criancinhas, pregavam o ateísmo e destruíam as igrejas e os conceitos familiares. No engodo de proteger o Brasil da ameaça comunista, instalou-se uma ditadura, que para manter os princípios da caserna ortodoxa, calou, torturou e matou sem o menor constrangimento, centenas de brasileiros que lutavam e colocaram a vida em risco por um ideal. Quem de nós hoje faríamos o mesmo? A tortura durante o período do regime militar não livrou o Brasil dos militantes de esquerda, tão pouco destituiu da mente das pessoas o direito à liberdade de expressão que todos sonhavam. Se na sua propaganda o regime salvou o Brasil de terroristas comunistas, nos seus porões ela garantiu a sobrevivência de 20 anos de um Estado ilegítimo, feito sob a força bruta e o silêncio dos seus cidadãos. O regime militar espalhou um clima de terror no país, com ações provocadas por eles mesmos e atribuindo aos "terroristas". Alguém esqueceu da bomba do Rio Centro que explodiu no colo dos milicos, e que poderia matar centenas de pessoas, ou da carta bomba endereçada ao presidente da OAB de SP, que matou a secretária Lia Monteiro? Neste mesmo dia houve explosão de bambas também na Câmara Municipal do Rio e na sede do jornal "Tribuna da Luta Operária". Se algém foi conivente também é culpado, ao contrário do general Machado Lopes, que foi contra o regime e a favor da Constituição do Brasil, apoiando o movimento da "Legalidade", do Governador do RS Leonel Brizola, assim como a posição do terceiro exército. Apoiar ideologicamente este regime, é ser favorável por exemplo de o governo federal, fechar o congresso, cassar os direitos políticos e com apoio dos militares governar o país com tanque na rua e das patas de cavalos nas praças e universidades. O que vc faria? assistiria de longe ou pegaria em armas para lutar pela liberdade e defesa da Constituição? Alguns o fizeram.

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    Por Ragnar Ragnarsson, em 31/03/2012 às 11:40

    @capeto Não há engodo algum no combate aos grupos guerrilheiros no Brasil dos anos 60 e 70. A afirmação de que eles pretendiam instaurar regimes de extrema-esquerda baseados em modelos chineses, albaneses e soviéticos (cubano, incluído) é verdadeira, como os documentos comprovam. Basta consultar os manifestos dessas mesmas organizações. Organizações essas que não eram inocentes nem pacifistas e, sim, eram tão violentas com seus inimigos quanto seus inimigos com elas. E mais: atingiram pessoas totalmente distantes de qualquer compromisso com um e com outro, o que caracteriza terrorismo, de acordo com qualquer definição que você queira usar para o termo. Com certeza, mais de 100 pessoas foram vítimas desses grupos. Discordar da ditadura, por princípio, discordar da tortura, por princípio, discordar da tomada do poder pela força, é uma coisa. Coisa com a qual eu concordo, inclusive. Afirmar a condição apenas de vítima desses grupos, é uma inverdade histórica. E mais: comparada a outras ditaduras de direita de sua época, podemos considerar a ditadura brasileira bastante inclinada a respeitar certas regras mínimas do estado de direito, e muito pouco violenta. Tivessem os militares brasileiros mais experiência no combate a esse tipo de terrorismo, talvez fosse ainda menos violenta, já que eles não tinham nenhum respaldo na sociedade civil.

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    Por Ragnar Ragnarsson, em 31/03/2012 às 11:46

    @ragnar AS passeatas

    Por Ragnar Ragnarsson, em 31/03/2012 às 11:45

    @ragnar Os militares, ao contrário, receberam amplo apoio de setores médios urbanos. Como você certamente sabe, os passeatas conhecidas como "Marcha da Família com Deus pela Liberdade", começaram antes do golpe e continuaram depois do golpe, chamadas em várias importantes cidades brasileiras de "Marchas da Vitória". Talvez eu devesse lembrá-lo de que o General Presidente Emílio Garrastazu Médici, que representa em seu período o auge da "Linha Dura", deixou o poder em 1974 com mais de 70% de aprovação popular.

    Por mario jota, em 30/03/2012 às 13:51

    Novamente essa esquerda inútil e despreparada afrontando quem trabalha e trabalhou pelo país. Meu grande abraço aos militares.

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    Por Antonio Durão, em 30/03/2012 às 10:35

    Os BADERNEIROS continuam à solta!!! Quais são os ideais dessa 'gente', hein? Descontando EXCESSOS, que realmente aconteceram na DITADURA... Mando aqui meu 'MUITO OBRIGADO, GENERAIS!!!

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    Por Jose Reis Barata Barata, em 30/03/2012 às 11:21

    @adurao, irmão na dureza, foi aproveitar o ensejo para apontar meu dedo indincador não para a juventude, mas, para os covardes que por detrás dos panos, nas coxias, DAS CÁTEDRAS, DOS PÚLPITOS E TRIBUNAS os usam e também os que os insuflam concitando-os; queixando-se da falta da participação político-partidária ativa deles. Com todas as letras; C-O-V-A-R-D-E-S! Um jovem deve sim estudar, discutir, ouvir, pensar política; jamais praticá-la. Sinteticamente: não está preparado. "Certamente , uma coisa é tomar umas posição política prática, e outra coisa é analisar cientificamente as estruturas políticas e as doutrinas de partidos - M. Weber." Influir politicamente no destino de um povo exige experiência, preparo intelectual, moral e ético. Aspectos que não estão na largada da maratona da vida; porém são adquiridos ao longo do percurso, no vencimento de obstáculos e na perseverança em conhecer o mundo que os jovens recebem cuja responsabilidade única e irrecusável é dos antecessores próximos da linha da chegada. sds.

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    Por Ricardo Froes, em 30/03/2012 às 09:04

    A cena é recorrente: um bando de meninos e meninas mal saídos dos cueiros a extravasar seus hormônios contra "inimigos" que nem sequer sabem o nome, o que fazem e o que fizeram. Certamente comandados pelo cérebro de um espertinho cheio de dinheiro ganho com a bolsa-ditadura que sabe explorar essa impetuosidade aleatória, a gurizada faz o papel do inocente útil, tal e qual na minha época de universitário nos anos setenta, quando a jovem massa de manobra era dirigida da mesma maneira. Os verdadeiros responsáveis pelas badernas sempre ficam à sombra da impunidade, rindo o riso dos canalhas enquanto lágrimas apimentadas esguicham de olhos que ainda não viram nada da vida. Uma covardia com os meninos que ainda não deram nada e com os idosos que já deram tudo pela Pátria.

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    Por Jose Reis Barata Barata, em 30/03/2012 às 10:50

    @bobjaniak, existem sim muitos campos de observação e indignação. Com esse tipo de estupidez palavras não econtram eco; não surtem efeito, pois a racionalidade está em convicções de arrogância, superioridade, prepotência; em verdades absolutas. O que tentei sinalizar, contendo minha emoção, foi a covardia. O uso da força,do vigor físico como pressão para intimidação. Justamente a força de que tanto se queixam. Quem não respeita a debilidade da velhice não está preparado para alcançá-la. Dificlmente sabe o que é um grupo social, a convivência, a tolerância. Sequer mencionarei a família, pais e avós; filhos, netos... Querem o quê? Mais sangue? Tortura, terrorismo, ditadura? Desunir, dividir, desdagregar, separar um povo que somente o é unido? Não são gente; são carcarás sanguinolentos, abutres, vampiros, sanguessugas da nacionalidade.Bestas-feras!

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