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Sociedade

Por Jose Reis Barata Barata, em 02/08/2012 às 16:33  / 6 opiniões.

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    6 opiniões publicadas

    O que você tem a dizer?

    Por Tiago Nogueira, em 02/08/2012 às 16:33

    Uma tática do Governo é colocar a opinião pública contra os grevistas. O mais irônico é ver o Governo Federal - ou seja, do PT (!!!!) - ser repressor de movimentos grevistas. Ou isso é "tomar o gostinho pelo Poder" ou muito amadorismo.

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    Por Adson Franco, em 01/08/2012 às 19:50

    Uma coisa temos que admitir, se é uma coisa que o PT sabia era induzir e mobilizar sindicatos para fazer greves. Hoje eles sabem sufocar qualquer um que tente fazer greve contra eles, os policiais e professores da Bahia sabem disso muito bem!

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    Por Jose Reis Barata Barata, em 02/08/2012 às 04:23

    @adson01, os professores permanecem parados?

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    Por Adson Franco, em 02/08/2012 às 10:29

    @jose-reis-baratabarata Oficialmente sim porém a maioria não aguentou a pressão que o governo Wagner está fazendo inclusive se negando pagar os salários, ales falavam do Carlismo mas os métodos são piores.

    Por mario jota, em 01/08/2012 às 15:40

    O maior problema é a inércia do governo petista. O ex-presidente Lula deu aumentos extremamente generosos para uma categoria e agora, por direito, outras reclamam e com razão. O país estava meio desgovernado há tempos e agora se instala a baderna. O que virá depois disso?

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    Por roberto argento filho argento, em 01/08/2012 às 15:38

    Por Jose Reis Barata Barata, em 01/08/2012 às 15:35 / opine. Não basta fazer greve. Tem que parecer. TAMANHO DA FONTE: A-A+ Não basta fazer greve. Tem que parecer. Niguém aqui falou em greve e o noticiário, estranhamente, pouca coisa também. Caminhoneiros começam a paralisar, outras no serviço público, PF por exemplo, seguem surdamente. Surgem os arautos da legalidade imprecando contra os grevistas. Avocam onde o calo mais aperta: direito de ir e vir. Sem respeito à lei não há sociedade, não há Estado. Justamente por isto é que considero o instituto jurídico da greve legítimo, moral. Pois, é o último recurso do fator trabalho contra o capital pela recusa deste em ouvir apelos contra o que está sufocando seu mais importante aliado. O sentimento da raiva como qualquer outro, e toda greve é raiva, é violência explode sempre quando o trabalhador sabe que o que pode ser mudado não o é. Paralelo a isto, é preciso perceber que trabalhador não é o outro, somos todos. Nestes exatos termos, uma greve nada mais é que um pedido de socorro, de apoio da sociedade, que, para ser acordada de seu confortável egoísmo letárgico, precisa sim ser afetada, incomodada, participativa.

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