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Políticas Sociais

Por Jose Reis Barata Barata, em 07/06/2012 às 20:37  / 4 opiniões.

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    4 opiniões publicadas

    O que você tem a dizer?

    Por roberto argento filho argento, em 07/06/2012 às 20:37

    Saúde e Educação são deveres do Estado, no mínimo como respeito ao cidadão que o (Estado) custeia (sem cidadão não haveria Estado) - aqui nota-se a apropriação do Estado pelo(s) governo(s). Retirei a Segurança porque ela já é do Estado e para a segurança do Estado. Mas, . . . Volta SAMDU, volta!!!

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    Por Jose Reis Barata Barata, em 01/06/2012 às 15:12

    erikssom, grato pelo gentil esforço em pensar comigo. Falo EXCLUSIVAMENTE. Meios e modos, se direta ou indiretamente via custeamento não creio que seja importante.Óbvio que toda a rede pública e privada teria que ser aproveitada.Julgo crucial é que seja um sistema único, universal e estatal. Tirados do mercado: saúde, segurança e educação ou asfixiado o que existe de privado pelo peso do Estado. Pretendo expandir o assunto em mais breve oportunidade. Agora, infelizmente, não dá.

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    Por erikssom patos , em 01/06/2012 às 12:18

    Gostei deste teu posicionamento, direto ao ponto. Também penso que estas três questões devem ter participação do estado, não no grau que você propõe, mas uma participação em financiamento. Não vejo competência no estado para monopolizar completamente qualquer um destes destes aspectos da vida econômica, com exceção da segurança publica. Tanto a saúde como a educação os agentes econômicos devem estarem livres para promoverem a oferta de qualquer um destes bens de serviço para as pessoas sem intromissões do estado. Porém o estado deve fornecer planos de saúde para as pessoas indistintamente. A operacionalização dos serviços de saúde devem estar livres para qualquer operador na área de saúde que queira explorar este serviço, e o estado por questões de competência deve se limitar apenas como financiador de plano de saúde universal, se os agentes públicos tiverem competência em gerenciar uma carteira dessa como os operadores de saúde, excelente. A mesma coisa acontece com a educação, os graus iniciais como o fundamental e o 2º grau devem ser oferecidos universalmente pelo estado, porem também como no caso da saúde, o estado deve apenas participar como financiador das mensalidades, e a operação educacional propriamente dita deve estar livre para os agentes econômicos que tem competência para tal como também os proposicionais da educação. Quanto a educação superior não deve ser universal, e também da mesma forma dos estágios anteriores a atividade deve estar livre para qualquer operador da educação. Para finalizar cito um pensamento de John Stuart Mills sobre a liberdade: “A única liberdade que merece este nome é a da busca de nosso próprio bem, segundo nosso próprio modo, contanto que não tentemos privar os outros do seu ou impedir seus esforços para obtê-lo”.

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    Por José Antônio da Conceição, em 01/06/2012 às 13:04

    @patos Concordo, desde que as condições mínimas de acesso a tudo que você citou, estejam ao alcance de toda a população. Quando não for possível o acesso de TODOS, que o Estado cuide de dar acesso aos 5% ou 10% da população que ainda não tenham as condições econômico-financeiras para tal. Numa nação como o perfil da nossa, se implantadas suas sugestões estaremos regredindo muitas décadas (em termos de acesso e permanência). A não ser, que a sugestão tenha exatamente este objetivo: Aos ricos e remediados TUDO, aos pobres que não podem pagar A MORTE.

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