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Políticas Sociais

Por Gerci Monteiro de Freitas, em 03/05/2012 às 10:09  / 10 opiniões.

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    9 opiniões publicadas

    O que você tem a dizer?

    Por Luiz Otávio de Brito, em 03/05/2012 às 10:09

    Aprovação das cotas evidencia a necessidade de que a questão jurídica seja explicitada, a Constituição do Brasil é clara: XX - ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado; XXI - as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente; XXII - é garantido o direito de propriedade; O papel que o Supremo Tribunal Federal assumiu não se resume apenas em cotas sim, também define os rumos, propósitos e limites de nossa jurisdição constitucional. Com aprovação das cotas abriu-se outra janela, a qual é a questão Jurídica que agora tem que ser colocado em pauta também, refletindo com serenidade e maturidade. Apoiar aprovação das contas desconsiderando o jurídico ou mesmo não aceitar a aprovação não apresentar uma caminho, indica falta de preparo para tratar do assunto dentro do nível, porque rumo se faz necessário e obrigatório, não me venham com a que o Negro é incapacitado merece as cotas e nem com a que o Negro é capacitado não precisa de cotas sem apresentação do que esta impedindo, porque o fato existe o Negro esta sendo brutalmente impedido em relação ao direito fundamental, ou seja, do direito de ir e vir Discussão sem conteúdo não leva a lugar nenhum, as pessoas antes de tratar de determinado assunto que compete ao negro tem que entender a realidade em seu todo e ouvi-lo também, ai ninguém aparece porque tem medo de tratar, sob alegação de que se trata de fatalidade. Não adianta apoiar e criticar sem saber para onde vai, o assunto agora é Jurídico para todos os cidadãos brasileiros, compromissados com a consolidação de uma democracia aberta ao diálogo plural, marcado por posições antagônicas, mas com espírito de acolhimento e respeito para com todas as divergências. A recomendação contida no discurso de posse do Ministro presidente do STF Ayres de Brito, é a seguinte: “...Daqui já se vislumbra o que mais importa: esse diploma jurídico de nome Constituição provém diretamente da nação brasileira, única instância de poder que é anterior, exterior e superior ao próprio Estado. Por isso que, pela sua filha unigênita que é a Constituição mesma, a nação governa permanentemente quem governa transitoriamente. E o faz, aqui nesta Terra Brasilis, pelo modo mais intrinsecamente meritório; pelo modo mais cristalinamente legítimo, pois o fato é que a menina dos olhos da nossa Constituição é a democracia. Democracia que nos confere o status de país juridicamente civilizado. Primeiro-mundista, pois os focos estruturais de fragilidade do País não estão em nosso arcabouço normativo, mas no abismo que se rasga entre a excelência da Constituição de 1988 e sua concreta incidência sobre a nossa realidade sócio-econômica e política. Democracia, enfim, que se enlaça tão intimamente à liberdade de imprensa que romper esse cordão umbilical é matar as duas: a imprensa e a democracia....” Portanto, não adianta contar vitória e nem criticar a vitória sem noção. Clique no link e leia a íntegra do discurso do presidente do STF Ayres de Brito ele citou o negro, precisamos saber o porque o negro não é respeitado a ponto de criação das cotas. Será que foi o Negro que solicitou aprovação das cotas e não foi se defender perante o STF? ai ninguém sabe explicar o porque o negro ainda não faz parte no processo civilizatório. http://www.afrodescendente.net.br/pdf/DiscursoAyresBritto.pdf

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    Por Dmitri Razumikhin, em 02/05/2012 às 20:13

    Não. Esse sistema é insano porque a sociedade brasileira é miscigenada. Não há como determinar a abrangência ou a exclusão na seleção. Acaba funcionando apenas como instrumento de propaganda político-partidária.

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    Por Ricardo Garcia Palanicki, em 02/05/2012 às 16:33

    Sou contra simplesmente porque cria e institucionaliza o conceito de raça. E isso é muito perigoso a longo prazo. Acho que as cotas sociais de critério econômico bem mais úteis e bem menos manipuláveis (não sendo imunes, claro). Mas não acho que vá ser o "fim do mundo", por enquanto...

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    Por tiago jb, em 02/05/2012 às 23:55

    @bardopoeta Na verdade as cotas sociais são mais manipuláveis. Não são mas novidades as denúncias contra estudantes do FIES que usufruem indevidamente do programa.

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    Por Tiago Nogueira, em 02/05/2012 às 16:08

    No Brasil, existe muita gente que se declara branco mesmo não sendo de fato. Dessa forma, não acredito que as Universidades Públicas sejam predominantemente ocupadas por pessoas brancas.

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    Por Sergio Zamprogno, em 02/05/2012 às 09:58

    Eu discordo da necessidade de todos terem condições iguais na hora de disputar uma vaga e tambem do fato de que por descordadr de você, eu sou racista e só penso besteira. Eu penso que o estabelecimento de cotas é a oficialização da superioridade ariana perante as outras raças, que segundo a teoria das cotas, só são capazes de serem alguma coisa na vida se tiverem cotas.

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    Por milton valdameri, em 02/05/2012 às 08:20

    A cor da pele não é critério racional para o ingresso na faculdade, todo o restante é apenas conversa fiada.

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    Por roberto argento filho argento, em 01/05/2012 às 23:19

    "Concordo que somos todos iguais, e também concordo que devemos estar em pé de igualdade na hora da disputa. Mas é preciso analisar o seguinte, o individuo que não teve acesso a bons colégios jamais chegará nem perto do portão de entrada duma universidade dessas." - este parágrafo já lhe oferece a resposta, pois se não teve acesso à boa escola, sem base, não terá bom rendimento no curso; se concluir será mais um "diplomado" desemempregado ou com sub emprego. Quanto ao racismo, ele existe, sempre existiu, faz parte da ignorância ou natureza (vc escolhe uma das duas ou as duas) humana. Mais justo seriam Cotas Sociais, assim seriam contemplados os mais carentes; negros, mulatos e brancos mais "economicamente prejudicados" (eufemismo para pobres, sem acesso á boa escola). Sacou agora?

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    Por erikssom patos , em 01/05/2012 às 23:14

    "... (...) Brancos e endinheirados, não se preocupem, não lhes faltarão vagas (...)" .......................................................................................................................................... Quer dizer então que branco é sinônimo de ter dinheiro? Quer dizer que não existe branco pobre, na favela, sem emprego, sem lenço nem beira? Quer dizer então que não existe branco que sempre comeu na tabua como periquito, descamisado? Pois então, existe sim, mais pobre branco do que você imagina, que sempre estudou em escola publica, mais do que a vã politicagem dos intelectuais do Brasil reverberam em seus palanques eleitorais... Provavelmente a proporção de brancos pobres sem nenhuma condição de entrar em uma universidade publica, seja muito maior do que os negros pobres nas mesmas condições. Mas, isso os intelectuais não querem nem saber, porque isso pode comprometer o governo a investir no ensino fundamental e médio, daí essa cortina de fumaça das cotas raciais...

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