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Política

Por milton valdameri, em 18/07/2012 às 12:49  / 8 opiniões.

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    8 opiniões publicadas

    O que você tem a dizer?

    Por Frederico Romanoff do Vale, em 18/07/2012 às 12:49

    Quanto menos partidos mais fácil seria o controle de qualidade.

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    Por Jose Reis Barata Barata, em 18/07/2012 às 10:51

    HIPOCRISIA De todas as vilanias que conheço, a que ludibria, por mais baixo preço, a consciência do ingênuo eleitor, é a que faz do eleito, procurador. A maioria ainda não descobriu, que a palavra tem sentido vazio. O significado é de quem a usa, com ela torce, brinca e abusa. Há conceitos, são verdadeiros mitos, ao poder, não interessa proscritos. Provoca-nos malvada letargia, impostos com muita demagogia. Olhe a volta e é só hipocrisia: salário, religião, ideologia; amigo, trabalho, filosofia; justiça, política, democracia.

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    Por roberto argento filho argento, em 18/07/2012 às 10:22

    Do mesmo jeito que sempre foi. Uma pergunta: Representatividade de Quem?

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    Por augusto josé sá campello, em 17/07/2012 às 14:44

    Boa tarde. Mais um resultado do esquecimento proposital dos programas partidários. Ficam na gaveta e o discurso dos afiliados pode ser....qualquer um, mais oportuno para o momento. Ajscampello

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    Por Jose Reis Barata Barata, em 17/07/2012 às 10:40

    A questão não é a quantidade, é a qualidade e a estupidez da coligação.

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    Por Ricardo Froes, em 17/07/2012 às 09:05

    Não se engane pela sigla, Milton. O PEN é mais um partido de crentes, sendo que dessa vez a propprietária é a Assembleia de Deus. O Partido Ecológico Nacional (PEN) surgiu tendo como presidente Adilson Barroso, ex-deputado estadual de São Paulo pelo PSC, e afirma em seu site ser baseado nos “conceitos da Social Democracia Cristã”. Oficialmente o partido não anunciou nenhuma relação com alguma instituição religiosa em específico, mas segundo a coluna Panorama Político, do Globo, o partido seria controlado pela igreja evangélica Assembleia de Deus. De acordo com o jornal, Adilson Barroso, está convidando os 24 deputados eleitos pela igreja para ingressarem no PEN, e acertou que o deputado Fernando Francischini (PSDB) vai comandá-lo no Paraná. Com isso a Assembleia de Deus estaria, segundo o jornalista Ilimar Franco, seguindo o exemplo da Igreja Universal, que é a “proprietária” do PRB. Com a confirmação da migração dos deputados da igreja para o novo partido o PCS será o partido mais prejudicado, visto que perderá 10 de seus 16 deputados. Baseando sua agenda no cristianismo e na ecologia, o partido afirma em seu estatuto: “O PEN terá como ensino de base os conceitos da Social Democracia Cristã, com ações e projetos que estejam ligados a Ecologia, a preservação dos recursos físicos (água, ar e solo), que estão entre si intimamente ligados e em equilíbrio dinâmico, portanto essenciais para a preservação da espécie humana”. Mesmo já tendo sido aprovado pela Justiça Eleitoral, o partido não poderá concorrer às eleições municipais desse ano, pois a legislação atual exige pelo menos um ano de existência para que os partidos participem do pleito.

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    Por milton valdameri, em 17/07/2012 às 09:24

    @bobjaniak Caro Bob, não me deixei enganar pela sigla, apenas mencionei UMA das bobagens do partido. Ser controlado por uma igreja ultrapassa os limites da bobagem, é desrespeitar tanto os eleitores como os membros da própria igreja. Mas foi muito oportuna e importante sua colocação. Deixo no ar os seguintes questionamentos: a) Quem deseja votar no PEN deve se converter à igreja? b) Quem é da igreja e não deseja votar no PEN deve mudar de igreja?

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    Por milton valdameri, em 17/07/2012 às 05:54

    PEN, um novo partido, uma velha bobagem No dia 19 de junho foi aprovada pelo TSE a criação do PEN (Partido Ecológico Nacional). O partido defenderá a redução dos gases de efeito estufa nas grandes cidades e incentivará a reciclagem, mas o mais surpreendente é que o partido defenderá a definição de regras para a aplicação do Código Florestal em áreas urbanas. O Brasil é um país onde acontecem tantas “surpresas” que não surpreende mais, caso seja criado um partido que defenda a aplicação do “Código de Urbanização” (que não existe) nas florestas, ninguém vai estranhar. O número de urna do PEN é 51, talvez isto explique algumas coisas.

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