Xico, confessa: “O ideário de FHC” não vai passar de mais uma tentativa idiota de censura no OP. | , em 08/08/2012 às 11:37, 7 opiniões.
DÚVIDA PARA TODOS PARTICIPANTES, uma mãozinha para Anselmo Heidrich, mais uma vítima do OP | , em 08/08/2012 às 11:37, 7 opiniões.
“As vivências de Valquírio Rosa de Araújo na Escola Latino-America de Medicina - Havana/Cuba” | , em 08/08/2012 às 11:37, 7 opiniões.
Habeas corpus tabelados: apartamento luxuoso na Zona Sul do Rio. Será verdade?... | , em 08/08/2012 às 11:37, 7 opiniões.
A Educação petralha e seus crimes de pedofilia ou “Como transformar seu filhos em tarados” | , em 08/08/2012 às 11:37, 7 opiniões.
Para aqueles daqui que “recusam o mundo em favor de seu mundinho ideológico”. E como os há! | , em 08/08/2012 às 11:37, 7 opiniões.
Vicenç Navarro: má “democracia espanhola” é culpa da imprensa. A esquerda é ridícula em todo canto! | , em 08/08/2012 às 11:37, 7 opiniões.
A julgar pelos aecistas idiotas daqui, Dilma já está eleita: três com o mesmo assunto é dose! | , em 08/08/2012 às 11:37, 7 opiniões.
Enfim, o primeiro casal do mesmo sexo no OP! Elton e Délio. Casamento homossexopolítico à vista. | , em 08/08/2012 às 11:37, 7 opiniões.
O que fez JCS Arouca para receber indenização de R$ 2.978.185,15 e pensão mensal de R$ 15.652,69? | , em 08/08/2012 às 11:37, 7 opiniões.




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7 opiniões publicadas
O que você tem a dizer?Por Dmitri Razumikhin, em 08/08/2012 às 11:37
Sem medo de ser infeliz, discordo. 1. Os serviços privatizados NO BRASIL não são nenhuma maravilha. Não são de todo ruins, mas poderiam ser muito melhores. 2. O Gabrielli já voltou para seu reduto. 3. É um quadro altamente complexo, por ser mutável. 4. Não enxergo garantias de que a venda da administração dos recursos energéticos seria melhor para o país, no longo prazo. 5. A curto prazo, viriam logo: alta dos preços, demissões, acidentes, vazamentos de petróleo, e inúmeros trambiques da iniciativa privada com o governo substituiriam os atuais. Sei não. O Constantino, às vezes, viaja na maionese.
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Por Ricardo Froes, em 07/08/2012 às 16:23
Privatizem a Petrobras! Por Rodrigo Constantino. Eu assino embaixo. A Petrobras possui controle estatal, mas tem capital misto, com milhares de investidores brasileiros e estrangeiros. O uso político da estatal tem custado cada vez mais a esses investidores, cujos interesses são ignorados pelo governo. O prejuízo divulgado na sexta é mais uma prova disso. O governo mantém o preço dos combustíveis defasado para segurar a inflação, afetando negativamente o lucro da empresa. Além disso, ele demanda grande participação de fornecedores nacionais nos bilionários investimentos da estatal, o que custa mais e atrasa o cronograma. É o uso da empresa para a política industrial de governo, que já arrecada bilhões em royalties e impostos. Infelizmente, quando o assunto é Petrobras o debate fica tomado pela emoção, sem espaço para argumentos racionais. A esquerda estatizante e a direita nacionalista se unem ideologicamente, alimentadas por muitos interesses obscuros em jogo, e repetem em uníssono que o setor é “estratégico”. A Embraer, a Telebrás e a Vale também eram “estratégicas”. Ora, justamente por ser estratégico o setor deveria ser retirado da gestão politizada, ineficiente e corrupta do governo. A exploração do petróleo começou pela iniciativa privada nos Estados Unidos. Desde a primeira prospecção de Edwin Drake em 1859, na Pensilvânia, o setor viu um crescimento incrível com base na competição de várias empresas privadas. O Canadá também conta com dezenas de empresas privadas atuando no setor. Por outro lado, países como Venezuela, México, Irã, Arábia Saudita, Nigéria e Rússia possuem estatais controlando a exploração de petróleo. Ninguém ousaria dizer que isto fez bem para seus respectivos povos, vítimas de regimes autoritários. O brasileiro paga uma das gasolinas mais caras do mundo, o país ainda precisa importar derivados de petróleo após décadas de sonho com a autossuficiência, a estatal é palco de diversos escândalos de corrupção, mas muitos ainda repetem, inflando o peito, que “o petróleo é nosso”. Nosso de quem, cara-pálida? O crescimento da produção de óleo e gás da Petrobras desde que o PT assumiu o governo foi medíocre: somente 2,4% ao ano. Trata-se de um resultado lamentável após tantos bilhões investidos, inclusive com financiamento do BNDES. A Petrobras, que tinha R$ 26,7 bilhões de dívida líquida em 2007, terminou o primeiro semestre de 2012 devendo mais de R$ 130 bilhões. O endividamento sobe em ritmo acelerado por conta de seu gigantesco programa de investimentos, mas nem os investidores nem os consumidores se beneficiam disso. A rentabilidade da Petrobras é uma das menores do setor. Seu retorno sobre patrimônio líquido não chega a 10%, metade da média de seus pares internacionais. Os investidores acusam o golpe, e as ações da Petrobras apresentam um dos piores desempenhos no mundo. Desde 2009, suas ações caíram 5%, enquanto o Ibovespa subiu mais de 40% e a Vale mais de 50%. É o governo destruindo o valor da poupança de milhares de pessoas, incluindo todos que utilizaram o FGTS como instrumento para apostar na empresa. Por que não há maior revolta então? Por que não há mobilização pela privatização da Petrossauro, como a chamava Roberto Campos? Parte da resposta é o fator ideológico já citado. Outra parte diz respeito a enorme quantidade de grupos de interesse que mamam nas tetas da estatal. Seus 80 mil funcionários custaram para a empresa mais de R$ 18 bilhões em 2011, ou quase R$ 20 mil mensais por empregado. Claro que muitos merecem o que ganham, mas como negar o uso da estatal como cabide de emprego para os “amigos do rei”? Fornecedores nacionais ineficientes ou corruptos também agradecem, pois não precisam competir abertamente no livre mercado. O caminho até a estatal muitas vezes é outro, como comprova o caso do Silvinho “Land Rover”, o ex-secretário do PT que ganhou um carro importado de uma empresa fornecedora da estatal. Artistas e cineastas engajados da “esquerda caviar” também aplaudem a estatal, que destinou mais de R$ 650 milhões para patrocínios culturais de 2008 a 2011. Isso sem falar de blogueiros “chapa-branca”, que recebem gordas verbas da estatal. A lista é longa. Os políticos, então, nem se fala. Quem esqueceu Severino Cavalcanti negociando à luz do dia, em nome da “governabilidade”, aquela diretoria que “fura poço”? O ex-presidente Lula era outro que adorava usar a Petrobras para seus fins políticos em parceria com Hugo Chávez. Só há uma maneira eficaz de acabar com esta pouca vergonha que tem custado tão caro aos investidores da empresa: sua privatização!
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Por mario jota, em 07/08/2012 às 16:20
Não só a Petrobrás, o Banco do Brasil e a caixa economica federal também. Chega de torrar patrocínios para ineficientes. Chega de usar as estatais para benefício prórpio. Chega de esquerdismo estúpido e idiota.
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Por Ricardo Froes, em 07/08/2012 às 16:23
@mario130852 Também assino embaixo!
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Por Antonio Durão, em 07/08/2012 às 13:31
VENDAM ESSA PORCARIA!!! VALE À PENA SÓ PELO FIM DA CORRUPÇÃO!!!
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Por Wemerson Oliveira dos Santos, em 07/08/2012 às 13:09
Salve! De um lado, a explicação é fácil: privatizações causam pânico naqueles aspones que ganham salários astronômicos para não fazer... bem, para ser um aspone. Como estão ali por indicação política, uma vez que estatais são notórios cabides de emprego, é óbvio que um enxugamento dos quadros, a busca por lucros e a exigência de eficiência, medidas básicas adotadas por qualquer empresa privada que queira sobreviver,representa um perigo imediato para a boa vida desses indivíduos, que nunca estiveram acostumados a qualquer tipo de pressão. Para evitar essa tragédia, eles acionam seus sindicatos,outra categoria repleta de aspones , organizações poderosas, temidas e de forte peso eleitoral. Poucos têm a coragem de peitá-los. Outra explicação, também fácil, envolve a falta de intimidade da população com assuntos econômicos. O discurso nacionalista sobre "entrega das riquezas nacionais", "espoliação do patrimônio nacional", "o petróleo é nosso", "o minério é nosso", "a telefonia é nossa", "as filas de banco são nossas", tudo isso tem forte apelo popular sobre as massas mais despreparadas (nacionalismo e ignorância andam juntos). Dizer que o petróleo é nosso e que sua desestatização nos privaria de um produto estratégico, essencial, barato e de qualidade, é algo extremamente fácil e eficaz, que não exige mais do que dez segundos de propaganda televisiva. Porém, explicar que isso é mentira e que a desestatização e a livre concorrência,em qualquer setor, geram produtos de melhor qualidade e preços mais baixos é algo que exige mais didática, mais preparo e mais paciência. E principalmente: exige uma platéia atenta e genuinamente interessada em aprender. Temos isso em maioria democrática no país? Pois é. Porém, há também uma terceira explicação para o ressurgimento dessas ideias jurássicas, as quais incrivelmente têm uma boa penetração entre as massas mais cultas e que não necessariamente estão encasteladas em estatais ou trabalhando para o governo: o modelo de privatização adotado no Brasil foi péssimo, algo óbvio, aliás, pois o processo foi conduzido pelo estado.
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Por erikssom patos , em 07/08/2012 às 12:04
O Rodrigo Constantino está coberto de razão, é um paradoxo que não ocorre a todo o tempo e em todos os lugares, isso são em poucos lugares, aqui no Brasil é um deles. Uma empresa estatal com parte do capital privado e com o controle de direção dos negócios nas mãos do estado, ou seja, tudo que os políticos pediram a Deus! Só que isso não tem durabilidade infinita, a paciência e o animo do investidor tem limites, porque ninguém é de ferro ver tanto dinheiro sob uma administração politica, assim não dá! Na Vale do Rio Doce o governo politicamente forçou a barra entre 2010 e 2011e por meio da influencia dos seus maiores acionistas (um consorcio), um dos membros deste consorcio são os fundos de pensão da CEF, do Banco do Brasil e da Petrobras, e trocou o presidente da empresa. O governo acha que de todas as formas ele tem que estar na área, não largam o osso, são muito dedicados e altruístas!
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