Xico, sucesso. | , em 28/07/2012 às 21:27, 8 opiniões.
Neymar, um jeito menino de ser que querem envelhecer. | , em 28/07/2012 às 21:27, 8 opiniões.
Porque não se deve deixar a instituição Forças Armadas nas mãos dos políticos, mas da lei. | , em 28/07/2012 às 21:27, 8 opiniões.
Desorientaçãosexual. Cabível agravo de instrumento do Padre Lodi | , em 28/07/2012 às 21:27, 8 opiniões.
É outra a verdade deles: a REVOLUÇÃO BRANCA, da esperteza. | , em 28/07/2012 às 21:27, 8 opiniões.
Os médicos são culpados, também. | , em 28/07/2012 às 21:27, 8 opiniões.
Pobres e ricos. Brincando com fogo. | , em 28/07/2012 às 21:27, 8 opiniões.
PSDB de FHC, SERRA e agora Aécio. Arrego! | , em 28/07/2012 às 21:27, 8 opiniões.
Índio e quilombola (escravos refugiados em quilombos)? Onde? | , em 28/07/2012 às 21:27, 8 opiniões.
Privatizar ou não, não é a questão. | , em 28/07/2012 às 21:27, 8 opiniões.




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8 opiniões publicadas
O que você tem a dizer?Por erikssom patos , em 28/07/2012 às 19:29
“Tenho fundadas dúvidas e tantas outras sobre se viemos a este mundo para presunçosamente mudá-lo ou para, se bom ou mau, nele viver.” ....................................................................................................................................................................... Sem entrar no mérito da especulação filosófica propriamente dita, o que observo é que historicamente o ser humano tem a capacidade de interferir na natureza em seu favor, para usufruir dos bens que ela pode oferecer. A ciência geográfica mostra objetivamente essa capacidade do homem interferir e mudar a paisagem do mundo, do seu mundo para usufruir de tudo que daí possa surgir. A historia registra essas mudanças no modo de interferir na natureza, registra os diversos modos de utilização de meios (industria da transformação) para mudar a paisagem geográfica. Talvez, eu arrisco palpitar um dos grandes motivos que leva o homem a mudar a paisagem natural, é a busca do bem estar, do bem viver. Somos animais racionais, que sente dor e prazer, tristeza e alegria, e sabe distinguir com inteligência a diferença de dor e prazer e as suas causas, talvez é aí que reside a capacidade perceber como evitar a dor e buscar o prazer é que leva o homem buscar no mundo externo essa evolução de mudanças das paisagens geográficas.
Quanto ao materialismo histórico eu creio que são os ‘caminhos escolhidos’é que geram consequencias futures. Não há uma finalidade predeterminada, o que existe são reações de ações anteriores.
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Por Jose Reis Barata Barata, em 28/07/2012 às 21:27
@patos , sim, não há nada predeterminado, mas que é determinado pelo contato do homem com a nautreza em sua luta pela sobrevivência. Mudando-a, se muda pela contínua mudança social da superestrutura política, religiosa, jurídica, social. Portanto, a multiplicidade de escolhas individuais é que tem por resultado "os caminhos".
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Por erikssom patos , em 28/07/2012 às 19:29
“Tenho fundadas dúvidas e tantas outras sobre se viemos a este mundo para presunçosamente mudá-lo ou para, se bom ou mau, nele viver.” ....................................................................................................................................................................... Sem entrar no mérito da especulação filosófica propriamente dita, o que observo é que historicamente o ser humano tem a capacidade de interferir na natureza em seu favor, para usufruir dos bens que ela pode oferecer. A ciência geográfica mostra objetivamente essa capacidade do homem interferir e mudar a paisagem do mundo, do seu mundo para usufruir de tudo que daí possa surgir. A historia registra essas mudanças no modo de interferir na natureza, registra os diversos modos de utilização de meios (industria da transformação) para mudar a paisagem geográfica. Talvez, eu arrisco palpitar um dos grandes motivos que leva o homem a mudar a paisagem natural, é a busca do bem estar, do bem viver. Somos animais racionais, que sente dor e prazer, tristeza e alegria, e sabe distinguir com inteligência a diferença de dor e prazer e as suas causas, talvez é aí que reside a capacidade perceber como evitar a dor e buscar o prazer é que leva o homem buscar no mundo externo essa evolução de mudanças das paisagens geográficas.
Quanto ao materialismo histórico eu creio que são os ‘caminhos escolhidos’é que geram consequencias futures. Não há uma finalidade predeterminada, o que existe são reações de ações anteriores.
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Por roberto argento filho argento, em 28/07/2012 às 18:51
[Tenho fundadas dúvidas e tantas outras sobre se viemos a este mundo para presunçosamente mudá-lo ou para, se bom ou mau, nele viver. A natureza não toma conhecimento do homem, segue seu próprio e inexorável caminho, com ou sem ele]. - ... deixou "espaço para manobra"?, ainda bem, para a felicidade dos apressados e dos "reformadores".
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Por roberto argento filho argento, em 28/07/2012 às 18:53
@argento: ... oprtunamente vou (posso?) plagiar.
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Por Jose Reis Barata Barata, em 28/07/2012 às 21:15
@argento sempre fico feliz por saber que não estou só, grato. Sigamos.
Por roberto argento filho argento, em 28/07/2012 às 18:38
Por Jose Reis Barata Barata, em 28/07/2012 às 17:17 Cidade sustentável, ou, um Estado suportável? Cidade sustentável, ou, um Estado suportável? Óbvio, esperando não ser uLULAnte que me refiro à discussão bem fundamentada, exposta e em pauta: “O que pode levar a uma cidade sustentável?” Poderia ter simplesmente inserido nela “mais uma” opinião. Distintamente, considerei, por razões de forma tão insistentemente anotadas aqui no OP, não fazê-lo. Tenho fundadas dúvidas e tantas outras sobre se viemos a este mundo para presunçosamente mudá-lo ou para, se bom ou mau, nele viver. A natureza não toma conhecimento do homem, segue seu próprio e inexorável caminho, com ou sem ele. O homem muda ou é perpetuamente mudado? Ou, estará no substrato da mudança exigida pela sobrevivência a própria mudança? Quem planejou o mundo em que hoje vivemos? E o materialismo histórico, sem a exclusividade a ele desatentamente atribuída por alguns, não se provou e prova acertado? O que faz o amontoado de terra no entorno de um formigueiro não é o formigueiro, são as formigas em seu interminável, instintivo e contínuo lavor. O futuro se faz por natural consequência pensando e usando o já pensado no presente vivido. Não depende de mitos, de futurólogos, de passes de mágicas e de magias individuais. Embora, necessariamente inovações e imponderáveis eventos surjam no e do individual ou do imperscrutável. A sociedade, em seus exatos termos, é uma ficção utilizada para que se compreenda o que há de incompreensível na mudança social. Palavras, que se perceba, não fazem fatos, servem para, descrevendo-os, compreendê-los. O serviço que presta uma comparação é sempre limitado e sem certeza direta. Se para lá é bom não significa que aqui também o seja. No universo nada é igual. Felicidade, por sua vez, é um estado de espirito e não um lugar determinado no tempo e no espaço. Céu ou inferno é o que você faz e vivencia. Deste lado está a maioria e, portanto, nela a felicidade não expressa o verdadeiro sentido do caso. Disso tudo que não fique a leviana ingenuidade de que se deva cruzar os braços “esperando a morte chegar” como canta a poesia do saudoso filósofo baiano Raulzito. Uma cidade ideal, por si, já é uma utopia. Seria colocar a felicidade na matéria, num suposto e impossível bem estar físico para todos num mundo econômico de bens serviços escassos; seria optar pelo “nada querer” nietzschiano em detrimento do “querer o nada” do dilema por ele criado. Sim, que se discuta a sustentabilidade, tudo deve ser discutido. Viver e morrer é dar sentido ao mundo. Todavia, que não se faça disso uma panacéia para ações de Estado desvirtuando sua já desatenta atenção com o presente. Este sim, a ser vivido. Há pensamentos que marcam. Que cada um faça o seu estado e que o Estado faça o combinado e teremos cidades sustentáveis.
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Por augusto josé sá campello, em 28/07/2012 às 17:17
Boa tarde. Será que foi por isto que criaram o Ministério das Cidades? Ajscampello
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