Justiça

Por Jose Reis Barata Barata, em 02/08/2012 às 12:51  / 7 opiniões.

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    7 opiniões publicadas

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    Por roberto argento filho argento, em 02/08/2012 às 12:51

    NÃO FOMOS DESARMADOS SEM MOTIVO.

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    Por erikssom patos , em 02/08/2012 às 11:51

    Se esse "Todo" for verdadeiro estamos todos (todos não, a maioria) no mato sem cachorro! A fase mais suscetível de de haver desvios, recuos, avanços para este ou aquele lado, enfim a fase de coleta de dados materiais que podem evidenciar ou comprovar os f'atos' já passou. Agora na fase do julgamento os juízes são reféns do que se realizou antes, sem tirar ou por.

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    Por roberto argento filho argento, em 02/08/2012 às 12:47

    @patos: É isso, e nós aqui, QUE NÃO PARTICIPAMOS ou DO MENSALÃO NÃO AUFERIMOS LUCRO, SÓ OS PREJUÍZOS, estamos debatendo o QUÊ? Alguma sugestão? ... só não vale repetir o chavão: "que o Povo Brasileiro não sabe Votar, que escolhe mal os seus representantes, que o Povo é Burro"

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    Por roberto argento filho argento, em 02/08/2012 às 11:03

    O Mensalão caminha para o desfecho,, final, justo ou injusto. Caso encerrado ... "quem corocô corocô" ... aguardem a próxima novela (no horário nobre, claro).

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    Por roberto argento filho argento, em 02/08/2012 às 10:50

    Por Jose Reis Barata Barata, em 02/08/2012 às 09:47 / 2 opiniões. Mensalão. Todo julgamento é político. Mensalão. Todo julgamento é político. Vivemos em um mundo de mitos, hipocrisias, cinismos e inverdades. O que supostamente um julgamento busca que não uma verdade? No campo da lógica formal, em face da verdade a mente se apresenta e caminha por quatro estados: ignorância, dúvida, opinião e certeza. Bem julgar é raciocinar corretamente implicando em conceber, julga e raciocinar. Nenhuma concepção, representação mental, idéia, noção ou conceito se forma do nada, desconsiderando uma experiência anterior, isolada do mundo em que se vive. Pode-se afirmar então que num julgamento o fator mais importante não é a inocência ou a culpa, mas a impressão de inocência ou de culpa. O problema da verdade é tão antigo quanto o próprio homem e ainda, insolúvel o acompanha. Tanto que levou Leibnitz a ironizar Descartes afirmando que este: “alojou a verdade na hospedaria da evidência, mas esqueceu de nos dar o endereço dela”. Assim foi que B. Russell também sentenciou: “na determinação da verdade ou falsidade o relevante é a proposição” Não carece de maiores considerações, também, que o homem enquanto “animal político aristotélico é um dos conceitos mais exaustivamente estudados na filosofia política e um dos argumentos fundamentais para a organização social e política” Um julgamento colegiado se sustenta numa premissa, falsa, de que a “verdade” surge de uma maioria. Sentença é uma verdade legal, não necessariamente moral, factual, legítima. Parece indubitável que maioria, desde os primórdios, não é sinônimo de verdade. Sêneca, ano 4 a. C. , verdade não é quantitativa: “Quando se trata da felicidade da vida, não se pode responder a modo de votação por mudança de lugar: a maioria está desse lado, então, do outro lado está a parte pior”. Teremos, e com a singeleza que o espaço requer, portanto, no rumoroso affaire mensalão, seja qual for o desfecho, tanto um julgamento político, quanto de aparência onde a verdade já é a de cada um. “Justeza é a concordância da vontade com o que deve ser; verdade é o da concepção com o que é – R. von Jhering”

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    Por Max Lopez, em 02/08/2012 às 09:47

    Quem tinha que estar no banco de réu é o brasileiro, pra largar de ser otá..........Vejo muita gente esbravejando e dizendo que tudo acabará em pizza, mas ninguém move um palha pra esta história ter o desfecho diferente. Quer ver um exemplo: tinha uma "POHRRA" de uma petição pública circulando na net pra ser entregue ao STJ, pedindo agilidade e justiça no julgamento do mensalão, e somente 31 mil pessoas assinaram, sendo que já somos milhões de usuários!!

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    Por Max Lopez, em 02/08/2012 às 09:27

    Está cada vez mais difícil nos enganar O importante é julgar não apenas a apropriação indébita de mais de R$ 100 milhões, mas também o vergonhoso pretexto de que seria um desvio da norma em nome do povo brasileiro. http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/arnaldo-jabor/ARNALDO-JABOR.htm

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