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Economia

Por Delio, em 01/08/2012 às 20:38  / 4 opiniões.

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    4 opiniões publicadas

    O que você tem a dizer?

    Por lauro esteves, em 01/08/2012 às 20:38

    O URUBÓLOGO.

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    Por augusto josé sá campello, em 31/07/2012 às 21:51

    Boa noite. O viés (tendência inicial) de alguns indicadores é de ....é ruim. O Erikssom Patos tem razão. Ainda é prematuro dizer que a vaca foi pro brejo. Tanto mais que num momento se pega este e aquele indicador e depois um outro, ou outros. Mas, há alguns que são mais preocupantes que outros. Por exemplo. , lembram que muito se falou na inadimplência? Pois é, só no final é que surgiu a inadimplência empresarial 4 e qualquer coisa porcento. E aí, subiu mais? Se sim, pode haver perigo por aí. É danado, os instrumentos que se usa por aqui para formar estes agregados é considerado de média confiabilidade . Mas, felizmente, estamos longe do caso de alguns hermanos. Ajscampello

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    Por Max Lopez, em 31/07/2012 às 16:13

    Nao acreditem quando no final do ano o governo anunciar que crescemos 1,5%, 2%, ou 3%, na verdade teremos uma grande RECESSÃO neste ano. O governo esta maqueando os dados anunciando "investimentos" que servem apenas para jogar dinheiro no lixo literalmente, e com isso "engordar" o PIB, qualquer gasto do governo entra nessa conta e para eles a unica coisa que importa, acima de tudo, e dizer que o Brasil cresceu um "PIBão".

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    Por erikssom patos , em 31/07/2012 às 11:42

    Bom, no varejo é prematuro ficar brincando com os números porque no decorrer do ano as coisas mudam, são coisas muito dinâmicas em se tratando de agregados complexos como esses das contas nacionais, o que não invalida é claro, observar sempre que uma tendencia inicia, porém sempre precaver que ela pode se confirmar com o tempo ou não, por isso a prematuridade em pensar como fato consumado. No atacado, é bom mesmo ficar de olho no superavit primário, mas, mais inda, no deficit publico. Eu estava dando uma olhadinha nos agregados econômicos da década de 1980, especificamente os anos de 1984 e 1985 e estava vendo o quanto o governo naquele período cobrava impostos via a inflação. Os déficits daquele período estavam acima dos 8% do PIB, mas isso não era muitos problemas, porque o governo cobria a diferença com impressão de moeda, é isso mesmo, imprimindo moeda. O congresso era sempre chamado a autorizar o executivo a fazer isso através do Tesouro nacional.

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