Onde está o novo? | , em 07/05/2012 às 16:18, 13 opiniões.
Barbara Flavia, dá um tempo!!!! | , em 07/05/2012 às 16:18, 13 opiniões.
Apenas uma sugestão | , em 07/05/2012 às 16:18, 13 opiniões.
Procura-se um Estadista. | , em 07/05/2012 às 16:18, 13 opiniões.
buy nexium online usa - cheap nexium on | , em 07/05/2012 às 16:18, 13 opiniões.
Eleições municipais: vale para São Paulo e para outras cidades também. | , em 07/05/2012 às 16:18, 13 opiniões.
DQOf45 bzsmtmeytcpj, [url=http://upqkvqtvnrha.com/]upqkvqt | , em 07/05/2012 às 16:18, 13 opiniões.
DwFwUe rlnfmejybpmo, [url=http://mexdsecbpoon.com/]mexdsec | , em 07/05/2012 às 16:18, 13 opiniões.
5yLYA0 cnbrraelcfci, [url=http://gaaubwaojlgq.com/]gaaubwa | , em 07/05/2012 às 16:18, 13 opiniões.
Sarkozy perdeu o emprego, e daí? | , em 07/05/2012 às 16:18, 13 opiniões.




Tem algo a dizer?
13 opiniões publicadas
O que você tem a dizer?Por Gustavo Adolpho Junqueira Amarante, em 07/05/2012 às 16:18
O que parece estar meio esquecido é que o dinheiro que dá vida aos bancos não é dinheiro dos bancos; é o meu, o seu, o nosso dinheiro suado, que lhes emprestamos para que financiem a atividade produtiva em benefício de todos e não para que nos cobrem por lhes emprestar e deixem de financiar a economia.
Responder
Por Dmitri Razumikhin, em 07/05/2012 às 11:03
Quando se estabelece alguma regulação, seja ela em que segmento for, deverá obrigatoriamente existir a figura do(s) agente(s) regulador(es). Aí é que a coisa pega.
Responder
Por José Antônio da Conceição, em 07/05/2012 às 00:31
@patos Vejo que você acredita (e muito) na economia de mercado. Na liberdade de empreender e concorrer com aqueles que se dediquem ao mesmo tipo de negócio que você, com ganhos para o consumidor final via queda nos preços. Mas como fica a formação de cartéis e oligopólios? Foi justamente a ganância e a sede por lucro fácil sem concorrência que exigiu uma intervenção crescente do Estado na economia, até que chegássemos onde estamos. Há também a minha tese, de que governos não governam mais. Eles apenas fazem "correçoes de rota" conforme o desejo sutil mas determinado e implacável, do capital acumulado. Onde as coisas ficam difíceis para o capital, ele simplesmente atravessa a fronteira e vai em busca de mão de obra mais barata e taxações menores.
Responder
Por erikssom patos , em 07/05/2012 às 10:39
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sherman_Act
Responder
Por erikssom patos , em 07/05/2012 às 10:36
Praticamente em quase todas as economia o Cartel e os oligopólios é considerado um crime, mas observe que o maior cartel existente nelas é o do sistema financeiro tendo como controlador o governo via os seus Bancos Centrais. Não há um cartel maior do que esse, pois a moeda é monopólio do estado, e o governo pode alterar o seu valor ao seu bel capricho e crença sem que a maioria da sociedade perceba ou saiba disso. Basta o governo alterar a sua quantidade de oferta para alterar o seu valor, isso é mais velho do que andar para frente, mas ninguém nota isso a não ser os agentes sociais mais envolvidos com esses processos.
Responder
Por erikssom patos , em 07/05/2012 às 10:27
@joseantonio400, é verdade que eu tenho a firme convicção na capacidade não só numa economia de mercado, mas acima de tudo num 'livre mercado' por achá-lo que é o único capaz de dar liberdade para toda a sociedade, onde há lugar para o governo apenas para as questões mais básicas com segurança, saúde e educação. Você não está de todo errado ao verificar a realidade dos carteis e dos oligopólios, porém é necessário verificar o histórico desses tipos de corporativismo. Você se assustará ao verificar que no fundo as formações desses processos e tentativas de controle do mercado por parte de grandes corporações são estimulados 'pelo estado' e 'no estado', via a legalização de normas e leis regulatórias.
Responder
Por erikssom patos , em 05/05/2012 às 19:59
@gaja, creio que você se lembra do período do Plano Cruzado (1986) com todo aquele conjunto de medidas de congelamentos e tabelamentos de preços. Quando estava se aproximando das eleições, veio a caça as bruxas com prisões de donos de supermercados, de fazendeiros que se recusavam de vender seus bois, e todo um jogo de cena na época. Desenterraram a lei delegada para fazer toda essa operação pelo país, o presidente vinha em cadeia nacional de radio e tv para pedir aos consumidores que eram tratados como fiscais do governo, enfim foi tudo um teatro, nada mais do que isso... Todas as vezes que vermos um agente de governo intervindo nessa ou naquela atividade econômica, nesse ou naquele processo econômico, aí tem demagogia...
Responder
Por Gustavo Adolpho Junqueira Amarante, em 06/05/2012 às 00:35
@patos Olá. Desconfio que você tem razão: senão completa, pelo menos em parte. Nada que vem do governo, e diga-se para o bem da honestidade intelectual, de nenhum governo, é totalmente claro, compreensível, dirigido ao bem comum, isento de interesse partidário ou de clã/grupo.
Responder
Por erikssom patos , em 06/05/2012 às 21:44
@gaja, é fato que em nossos dias as economias dos países estão praticamente sob o total domínio de seus governos centrais, cujo controle se dá por meio de seus bancos centrais e por uma serie de regulações por leis e tratados das mais diversas formas e natureza. Não que esse fato seja apenas uma ocorrência moderna, mas não nas proporções que existem hoje, nunca existiu na historia, salvo algumas exceções. O Brasil não é exceção, temos uma economia excessivamente centralizada com um alto grau de interferência do governo nas atividades econômicas. Os economistas brasileiros, inclusive os professores de economia, na sua maioria são adeptos das ideias de que o livre mercado não é capaz de funcionar sozinho sem um monitoramento e intervenção do governo, ou seja, sem a ação do estado. É muito comodo para os políticos terem esse poder nas mãos, o de dirigir a economia, afinal de contas as relações humanas se dão em parte por meio de relações econômicas, como muitas outras necessidades humanas. A ciência econômica moderna é extremamente manipulada pela politica.
Por Rodrigo A., em 05/05/2012 às 18:04
Da Míriam Leitão: "Racionalmente é preciso reconhecer que o governo tem razão quando diz que os bancos cobram spreads abusivos. Parte do spread é engordado pelo próprio governo, que cobra imposto alto sobre a intermediação financeira. Além disso, o mercado de crédito brasileiro tem uma distorção que reduz a potência da política monetária. As grandes empresas têm acesso a juros abaixo da taxa Selic, que, em alguns momentos, chegam até a ser negativos. Quando a inflação sobe, o Banco Central tem que subir as taxas para conter o acesso ao crédito e assim reduzir o ritmo da economia e controlar a alta dos preços".
Responder
Por Gustavo Adolpho Junqueira Amarante, em 06/05/2012 às 00:32
@rod45 Olá. A Miriam Leitão já sabia há anos que o spread é abusivo. As autoridades todas também sabiam. Aí o sujeito vem aos jornais dizendo o que todos já sabem como se fora uma inacreditável descoberta. Merece o Ignóbil.
Responder
Por Rodrigo A., em 05/05/2012 às 17:08
Mas como tornar o spread mais "civilizado"?
Responder
Por Gustavo Adolpho Junqueira Amarante, em 06/05/2012 às 00:30
@rod45 Olá. Para reduzir o spread basta reduzir a imensa ganância que resulta em lucros trimestrais bilionários (veja os jornais). Parece difícil mas não é. Não se esqueça que o dinheiro que está lá, alimentando esta ciranda, é o meu, o seu, o nosso dinheiro, e não o deles.
Responder