Brasil

Por Obi Ser Vando, em 22/07/2012 às 20:43  / 23 opiniões.

O Brasil muda se os Brasileiros mudarem.

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“Faça por onde e Eu te ajudarei.”

Estás, no momento, só “observando”?

Buscas por “salvadores da pátria”?

Buscas por culpados ou responsáveis?

As respostas convergem para ti. Quando tu é a origem de tudo, por omissão ou ação ou comissão ou subserviência.

Partidos não te darão aquilo que só o Inteiro pode. Estás disposto a abdicar da ideia que as diferenças nos separam?

Tem algo a dizer?

    23 opiniões publicadas

    O que você tem a dizer?

    Por roberto argento filho argento, em 21/07/2012 às 20:01

    ... mas pra ONDE ???

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    Por Rodrigo A., em 21/07/2012 às 18:42

    Do Diogo Mainardi: "Futuro, que futuro? O Brasil não tem futuro!"

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    Por Obi Ser Vando, em 22/07/2012 às 11:30

    @rod45 , talvez os Estados Unidos do Brasil tenham algum futuro. Cada estado brasileiro tem sua própria vocação. Não podemos esperar que por força de uma constituição emendada e remendada, que tenta regrar igualmente estados de diversas culturas e realidades, possamos ter um país unido. Seria como pedir que o pé fizesse o serviço da orelha. Quanto mas leis um país tem, mais atravanca o progresso da nação.

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    Por Luiz Felipe, em 21/07/2012 às 18:49

    @rod45 . A depender dos cabeça de bagre da ditadura militar, do psdemb, do ptmdb, dos seus agregados , da mídia e do poder econômico bandidos. reis do continuismo da mesmice, tb concordo que não tem futuro. Mas se apostar no Projeto Novo e Alternativo de Nação e de política-partidária-eleitoral, como propõe o HoMeM do Mapa da Mina, será em poucos anos a Nação número 1 do Mundo desenvolvido.

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    Por Dmitri Razumikhin, em 22/07/2012 às 12:33

    @luisfelipe Hahahahaha... beleza!

    Por Luiz Felipe, em 22/07/2012 às 12:13

    Feliz, "O medo, o maior gigante da alma, por Fernando Teixeira de Andrade: "Para quem tem medo, e a nada se atreve, tudo é ousado e perigoso. É o medo que esteriliza nossos abraços e cancela nossos afetos; que proíbe nossos beijos e nos coloca sempre do lado de cá do muro. Esse medo que se enraíza no coração do homem impede-o de ver o mundo que se descortina para além do muro, como se o novo fosse sempre uma cilada, e o desconhecido tivesse sempre uma armadilha a ameaçar nossa ilusão de segurança e certeza. O medo, já dizia Mira Y Lopes, é o grande gigante da alma, é a mais forte e mais atávica das nossas emoções. Somos educados para o medo, para o não-ousar e, no entanto, os grandes saltos que demos, no tempo e no espaço, na ciência e na arte, na vida e no amor, foram transgressões, e somente a coragem lúdica pode trazer o novo, e a paisagem vasta que se descortina além dos muros que erguemos dentro e fora de nós mesmos. E se Cristo não tivesse ousado saber-se o Messias Prometido? E se Galileu Galilei tivesse se acovardado, diante das evidências que hoje aceitamos naturalmente? E se Freud tivesse se acovardado diante das profundezas do inconsciente? E se Picasso não tivesse se atrevido a distorcer as formas e a olhar como quem tivesse mil olhos? \”A mente apavora o que não é mesmo velho\”, canta o poeta, expressando o choque do novo, o estranhamento do desconhecido. Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”

    Por Obi Ser Vando, em 22/07/2012 às 11:14

    @luisfelipe , talvez o Brasil tenha medo de estar na vanguarda e inspirando uma mudança no mundo?

    Por Delio , em 21/07/2012 às 18:09

    Concordo pelnamente...mas quem vai mudar a mente dos "Bolsistas"?

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    Por Obi Ser Vando, em 22/07/2012 às 11:19

    @delio , os "Bolsistas" são apenas a manifestação dos anseios daqueles que preferem pagar para não ver ou ter que lidar com o resultado das escolhas do coletivo.

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    Por Delio , em 22/07/2012 às 20:43

    @feliz, sim, mas enquanto isso o Brasil afunda...

    Por Luiz Felipe, em 21/07/2012 às 17:21

    Caro José, a única mudança com a qual o Froes Germani delira é a volta da patota do mesmo ao poder, central da República, para que possam praticar à vontade mais 500 anos de cagadas no Brasil em cima do povo brasileiro.

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    Por Ricardo Froes, em 21/07/2012 às 15:12

    Quantos brasileiros serão necessários para mudar o Brasil? Mas mudar o quê? Para quê, para pior, como querem o Zé e o Luiz, dois babacas a serviço da esquerda desmiolada?

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    Por Luiz Felipe, em 21/07/2012 às 16:29

    @bobjaniak " Caos na Educação: Secretaria de Cultura do Rio lança concurso em que alunos mandam cantadas a atores" Por Roberto Janiak, 21/07/2012 às 10:56 / 4 opiniões

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    Por José Antônio da Conceição, em 21/07/2012 às 16:47

    @luisfelipe Luiz, seria interessante saber qual o "serviço" da "direita miolada" (na versão deles, claro). Será que o "serviço" é este que o esquizofrênico faz por aqui? Tá faltando imaginação e competência... lamentável.

    Por roberto argento filho argento, em 21/07/2012 às 12:24

    Por Obi Ser Vando, em 21/07/2012 às 12:09 / 1 opinião. O Brasil muda se os Brasileiros mudarem. “Faça por onde e Eu te ajudarei.” Estás, no momento, só “observando”? Buscas por “salvadores da pátria”? Buscas por culpados ou responsáveis? As respostas convergem para ti. Quando tu é a origem de tudo, por omissão ou ação ou comissão ou subserviência. Partidos não te darão aquilo que só o Inteiro pode. Estás disposto a abdicar da ideia que as diferenças nos separam?

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    Por Obi Ser Vando, em 22/07/2012 às 11:07

    @argento , muito bom, agradeço :-)

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    Por Luiz Felipe, em 21/07/2012 às 12:09

    No caso do Brasil, acredito que a assertiva funciona por sinais invertidos, ou seja, o Brasil (a Matriz) precisa mudar, para que os brasileiros mudem, até porque, jamais mudaremos o Brasil no varejo (nos municípios) sem mudá-lo antes no atacado ( em Brasília).

    Responder

    Por Obi Ser Vando, em 22/07/2012 às 11:05

    Por Luiz Felipe, em 21/07/2012 às 12:09 No caso do Brasil, acredito que a assertiva funciona por sinais invertidos, ou seja, o Brasil (a Matriz) precisa mudar, para que os brasileiros mudem, até porque, jamais mudaremos o Brasil no varejo (nos municípios) sem mudá-lo antes no atacado ( em Brasília). _____________________ @luisfelipe , com certeza, a cabeça do país deve mudar. Mas quando a cabeça não pensa o corpo " o povo" padece. extrato do texto em http://www.urantia.org/pt/o-livro-de-urantia/documento-71-o-desenvolvimento-do-estado A democracia, enquanto um ideal, é um produto da civilização, não da evolução. Ide devagar! Escolhei com cuidado! Pois os perigos da democracia são: 1. A glorificação da mediocridade. 2. A escolha de governantes vis e ignorantes. 3. O fracasso em reconhecer os fatos fundamentais da evolução social. 4. O perigo do sufrágio universal nas mãos de maiorias pouco instruídas e indolentes. 5. A escravidão à opinião pública; a maioria nem sempre está certa. A opinião pública, a opinião comum, sempre atrasou a sociedade; contudo, ela é valiosa, pois, conquanto retarde a evolução social, ela preserva a civilização. A educação da opinião pública é o único método seguro e verdadeiro de acelerar a civilização; a força é um expediente apenas temporário, e o crescimento cultural irá acelerar cada vez mais, se a arma que lança projéteis der lugar à arma pelo voto. A opinião pública e os costumes são a energia básica e elementar da evolução social e do desenvolvimento do estado, mas para que tenha valor, para o estado, deve ser não violenta na sua expressão. A medida do avanço da sociedade é diretamente determinada pelo grau com que a opinião pública pode controlar o comportamento pessoal e pelas regulamentações do estado, por meio de expressões não violentas. Um governo realmente civilizado terá chegado quando a opinião pública estiver investida dos poderes do voto pessoal. As eleições populares nem sempre podem decidir corretamente as coisas, mas elas representam o modo certo, até mesmo de fazer uma coisa errada. A evolução não produz, de imediato, a perfeição superlativa, ela faz um ajustamento antes comparativo e de avanço prático. Há dez passos, ou estágios, na evolução de uma forma de governo representativo que seja prática e eficiente, e esses passos são: 1. A liberdade da pessoa. A escravidão, a servidão e todas as formas de sujeição humana devem desaparecer. 2. A liberdade da mente. A menos que um povo livre esteja bem instruído – preparado para pensar inteligentemente e para planejar com sabedoria –, a liberdade, em geral, causa mais mal do que bem. 3. O âmbito da lei. A liberdade pode ser desfrutada apenas quando as vontades e os caprichos dos governantes humanos são substituídos pelos atos do legislativo, de acordo com a lei fundamental aceita. 4. A liberdade de discurso. Um governo representativo é inconcebível sem liberdade para todas as formas de expressão, para as aspirações e as opiniões humanas. 5. A segurança da propriedade. Nenhum governo pode resistir muito, se deixar de proporcionar o direito ao desfrute da propriedade pessoal de alguma forma. O homem anseia pelo direito de usar, controlar, dar, vender, alugar e legar a sua propriedade pessoal. 6. O direito de petição. O governo representativo assume o direito de serem ouvidos, que os cidadãos têm. O privilégio de petição é inerente à cidadania livre. 7. O direito de governar. Não é suficiente ser ouvido; o poder de reivindicar deve progredir até à administração factual do governo. 8. O sufrágio universal. O governo representativo pressupõe um eleitorado inteligente, eficiente e universal. O caráter desse governo será determinado sempre pelo caráter e pelo calibre daqueles que o compõem. À medida que a civilização progride, o sufrágio, ainda que permanecendo universal, para ambos os sexos, deverá ser efetivamente modificado, reagrupado e diferenciado de outros modos. 9. O controle dos servidores públicos. Nenhum governo civil será útil e eficiente, a menos que os cidadãos possuam e façam uso de técnicas sábias para conduzir e controlar os cargos e os funcionários. 10. Uma representação inteligente e treinada. A sobrevivência da democracia depende de um governo representativo que tenha êxito; e isso é condicionado à prática de eleger aos postos públicos apenas indivíduos tecnicamente treinados, que sejam intelectualmente competentes, socialmente leais e moralmente adequados. Apenas com essas precauções pode o governo do povo, pelo povo e para o povo ser preservado.

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    Por Luiz Felipe, em 22/07/2012 às 12:06

    @feliz " A sobrevivência da democracia depende de um governo representativo que tenha êxito; e isso é condicionado à prática de eleger aos postos públicos apenas indivíduos tecnicamente treinados, que sejam intelectualmente competentes, socialmente leais e moralmente adequados. Apenas com essas precauções pode o governo do povo, pelo povo e para o povo ser preservado." O problema é que, no caso do Brasil, na prática, face ao nosso modello político-partidário-eleitoral, isso tem sido um tragédia, infelizmente. O modello foi invadido e encontra-se dominado, em grande medida, por toda sorte picaretas, malandros e malandragens, isso sem falar dos psicopatas apeixonados por dinheiro e poder e que fazem qualquer negócio para conseguí-los, e fazem coisas que até Deus duvida. Portanto, a nosso ver, o critério menos injusto de escolha é o concurso público padrão, com acesso gratuíto a todos os interessados, capaz de mudar completamente o perfil do político e da política brasileira.

    Por José Antônio da Conceição, em 21/07/2012 às 14:51

    @luisfelipe A "mudança" que proponho não é por meio de LEIS. Até porque LEIS temos e invariavelmente não são cumpridas ou são "distorcidas" na hora da sua aplicação pelos Meritíssimos (exceções existem). A mudança em que acredito é pela via da Educação/Ensino formando um povo crítico que saiba o que é a verdadeira "demo+kratos" e resolva implanta-la de verdade. É necessário um longo tempo, algumas gerações, mas o resultado é irreversível.

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    Por Obi Ser Vando, em 22/07/2012 às 10:52

    @joseantonio400 , somo às suas palavras as do Rubem Alves: A possibilidade da educação não tem nada a ver com programas de governo. Depende de duas coisas, duas coisas muito frágeis: depende dos sentimentos e depende da inteligência dos professores. Os professores são o ponto central do processo de educação. http://www.youtube.com/watch?v=VLkDxybpVO8&t=4m56s

    Por Luiz Felipe, em 21/07/2012 às 16:27

    @joseantonio400 O problema, a nosso ver, é que com esse modello de estado que aí está, vencido há muito tempo, que transpira decadência terminal por todos os seus poros, especialmente sob o aspecto educacional, levaremos pelo menos mais uns 500 anos para chegarmos a esse estágio ideal que vc menciona com razão.

    Por José Antônio da Conceição, em 21/07/2012 às 14:52

    @joseantonio400 Portanto, concordo plenamente com o enunciado do post: Se cada Brasileiro mudar... a mudança do Brasil é só consequência.