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Agricultura

Por Jáder Ribeiro, em 30/06/2012 às 19:19  / 27 opiniões.

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    27 opiniões publicadas

    O que você tem a dizer?

    Por roberto argento filho argento, em 30/06/2012 às 19:19

    CBT - Cia Brasileira de Tratores: Foi um dos maiores fabricante de tratores da América Latina e exportadora do produto no Brasil, com atuação destacada nos Estados Unidos, Austrália, Japão, México e Argentina, além da América Central e do Caribe; Argélia, Marrocos, Nigéria, Senegal e África do Sul. Fabricou entre 1990 e 1994 o Jeep Javali,[3] que foi o segundo carro totalmente criado e desenvolvido no Brasil. Por ser um projeto próprio da fábrica, o carro acabou tendo um custo elevado para a CBT. O Javali tinha mecânica dos tratores da fábrica e com isso tinha seus defeitos (barulho e fumaça em excesso) e qualidades, como motor turbo diesel próprio (que facilitava em trilhas mais pesadas). A empresa foi à falência em 1995, em meio ao processo de "abertura econômica" iniciado pelo governo Collor e concluíodo no governo FHC, que extinguiu todos os mecanismos de proteção à indústria automobilística nacional, que acabou sendo desnacionalizada

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    Por José Antônio da Conceição, em 12/06/2012 às 23:23

    @jader Eu poderia lhe responder com miríades de comentários meus,espalhados pelo OP. Poderia responder até com comentários de minha esposa, recentemente publicados aqui, por mim e em meu NOME. Mas já intui quee você é uma pessoa FORMADA e que não admite novos aprendizados ou correção de rota. Só posso desejar que seja feliz no lugar (sem avanços, sem novos aprendizados) que escolheu. Seja felizz com sua escolha. Se possível, pense sobre a possibilidade de permitir O MESMO a outros que pensam diferente de você. Dizem que isso é exercitar a DEMOCRACIA...

    Responder

    Por Sylvio Nobrega, em 12/06/2012 às 00:15

    A GM de SJC está promovendo um PDV. Olhem que absurdo...venderam milhares e milhares de carros durante os bons tempos e agora, com uma queda nas vendas reduzem o quadro de trabalhadores. Em detrimento disto o governo quer aumentar ainda mais o crédito para o setor automobilístico. Mais empréstimos públicos a baixos juros, maior inadimplência, mais carros nas ruas caóticas. Trata-se de um movimento dos sindicatos atrelados a Lula. Ferre-se o feijão, vamos produzir mais automóveis que alimentam o ego da nova classe média criada por Lula, a classe média inadinplente, que tem um carro zero e um carnê impagável. O importante é o carro zero..a .educação das crianças, segurança, saúde, combate às drogas nas fronteiras que se danem...

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    Por José Antônio da Conceição, em 11/06/2012 às 13:53

    @jader Que pena que você não tenha lido minhas reclamações postadas aqui sobre Educação em Belo Horizonte, citando inclusive o Prefeito da época (Fernando Pimentel). Vou realmente partir da premissa que você não leu as diversas vezes em que me coloquei contra atos cometidos pelo PT ou aqueles eleitos por ele. Que pena que você não leu discussão ou opiniões postadas por mim, quando eu dizia ser o PT o único partido formado de baixo para cima no Brasil (que alcançou o poder), e não leu minhas críticas aos desvirtuamentos que ocorreram durante a caminhada. Se tivesse lido, se tivesse intuido o que eu estava dizendo, teria analisado, desde então, minhas opiniões como opinião de uma pessoa independente e que pensa muito além dos Partidos e das Ideologias. Sei que você visita meu site. Da próxima vez, leia a página "Quem Somos". Lá, falo sobre a minha pessoa e tem até link para meu perfil público. Digite meu nome completo "josé antonio da conceição - cme" na barra do Google e você terá acesso a pareceres relatados por mim enquanto Conselheiro Municipal de Educação e até a minha fala registrada em atas oficiais, disponíveis para os historiadores do futuro. Eu também acompanho alguma coisa sobre você, além da militância direitista que você exerce aqui no OP.

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    Por Jáder Ribeiro, em 12/06/2012 às 09:06

    @joseantonio400 que pena que vc finge não lembrar quando critica o governo tucano né? que pena mesmo!

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    Por José Antônio da Conceição, em 12/06/2012 às 14:17

    @jader Ah! Agora foi que eu entendi... Na sua concepção de Brasil o governo tucano é IMUNE a críticas. Tá bom viu?

    Por José Antônio da Conceição, em 11/06/2012 às 14:00

    @joseantonio400 Principalmente no PARECER SOBRE COLEGIADO que indiquei, você Jáder, vai entender melhor porque digo "reclamar não adianta nada. vamos fazer proposições e buscar soluções."

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    Por José Antônio da Conceição, em 11/06/2012 às 00:42

    "(...) Como diria Keynes, a longo prazo estaremos todos mortos..." Ou seja, se nossos antepassados também pensaram assim, deve ser por isso que existem MUITOS fatos e assuntos que geram reclamações diárias aqui no OP. Continuemos pensando assim e o estoque de reclamações (e de catástrofes também) não se esgotará. As gerações futuras terão o que fazer... Dar continuidade às recçamações...

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    Por Jáder Ribeiro, em 11/06/2012 às 08:10

    @joseantonio400 Já vi que suas reclamações também são seletivas hein Zé?! Afinal vc vez por outra mete o pau no governo de Minas Gerais, que, olhe só que coisa, é tucano! Tá lembrado? Mas quando sou eu ou outro observador a apontar as mazelas do PT, aí vc vem sempre com sua superioridade, dizendo: "reclamar não adianta nada. vamos fazer proposições e buscar soluções." Pois é Zé. Memória boa é um saco!!

    Responder

    Por Jáder Ribeiro, em 11/06/2012 às 08:07

    @joseantonio400 mas democracia não é isso? não é para isso que serve nossa liberdade de expressão? afinal sou apenas um cidadão e minha voz é o único instrumento para me fazer ouvir!

    Responder

    Por José Antônio da Conceição, em 11/06/2012 às 00:43

    @joseantonio400 "Dar continuidade às reclamações..."

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    Por haroldo paixao, em 10/06/2012 às 22:53

    O meu povo, subsídio é uma ova. Podem fazer a graça que fizerem, mas nada muda. Os impostos são irracionais neste país, então vemos pessoas que estão tendo de fazer escolhas estranhas como: comer, ou comprar um carro. Não sei o que é pior, pois trabalhar e não ver o dindim é fogo.

    Responder

    Por Papa Tango, em 10/06/2012 às 20:39

    Quem compra um carro paga pelos parafusos da empresa "A", pelos bancos da empresa "b", as engrenagens da empresa "C", os vidros da empresa "D" e assim sucessivamente, todos os componentes que compõem o automóvel montado por uma empresa "E", vendido por uma concessionária "F" e financiado por um banco "G". O setor automobilístico é um dos setores que mais empregam direta e indiretamente e por isto há tanto subsídio por parte do governo. O que adiantaria o feijão a um real, por exemplo, se o cidadão não estiver empregado? Quem quiser comprar um carro novo, que compre. Quem tiver dinheiro sobrando, aproveite e compre dois. Não são só as empresas que lucram com isto, as famílias dos funcionários deste setor tão abrangente também dependem disto.

    Responder

    Por roberto argento filho argento, em 11/06/2012 às 11:41

    @papatango: Pois é, PapaTango; quem disse que as empresas A, B, C, D devem ser Multi; que a empresa E e que o banco G têm que ser Multi, que a "Agricultura" deve ser Multi (Monsanto)?. Onde foi a Gurgel? a ENGESA?. . . isto não é Brasil, é brazil. . . (isto que acabei de escrever, de forma simplista é, apenas, uma licença poética, não uma discussão literal)

    Responder

    Por roberto argento filho argento, em 17/06/2012 às 13:36

    @argento: PapaTango, a resposta vai ficar meio fora de ordem, mas vai assim mesmo, também em termos simplório e simplista. sua pergunta: Se a Multinacional tiver uma planta no Brasil e suas peças forem feitas por brasileiros, qual seria o problema? Minha resposta: quando tentamos compensar o que não é investido dentro -via remessa de lucros- geramos INFLAÇÃO interna, e endividamento Interno e ou externo.

    Por Papa Tango, em 11/06/2012 às 12:02

    @argento Se a Multinacional tiver uma planta no Brasil e suas peças forem feitas por brasileiros, qual seria o problema?

    Por Jáder Ribeiro, em 11/06/2012 às 08:11

    @papatango olha só rapaz, e onde está aquele discurso de que o governo tem que pensar nos pobres???!!!! vejo que é de ocasião certo?

    Responder

    Por Papa Tango, em 11/06/2012 às 12:15

    @jader Para os pobres existe o Bolsa-Família. Para a classe média (termo muito elástico considerando que vai do assalariado até pessoas quase ricas) a garantia de emprego através do equilibrio econômico é a meta do governo. O feijão poderia ser mais barato mas ninguém comeria mais feijão por causa disto e também não vejo ninguém comendo feijão mastigado por outras pessoas.Com automóveis é diferente, se estiver um pouco mais barato as pessoas correm para comprar ao invés de comprar um carro usado que em nada contribui para a geração de empregos. Vale lembrar também que tanto o feijão como o arroz são itens avaliados que indicam o nível da inflação. As campanhas salariais sempre usam o índice inflacionário mais alguma porcentagem de aumento real, o que acaba impedindo que o velho feijão com arroz brasileiro se torne uma iguaria apenas para ricos.

    Por erikssom patos , em 10/06/2012 às 21:00

    @papatango, você também é seguir do keynesianismo?

    Responder

    Por erikssom patos , em 10/06/2012 às 22:35

    @papatango, o minimo que acontece com as atividades econômicas protegidas por medias protecionistas como as adotadas pelo governo brasileiro, são a constante dependência das medidas de proteção, porque o dia em que forem retiradas é como tirar um peixe para fora da água. O melhor caminho é o da livre concorrência sem barreiras protecionistas , ou monopólios, etc... É claro que para tomar essas medidas o governo tem que estar com tudo em cima, ou seja, tem que estar fazendo o dever de casa, com o seu orçamento sem deficit publico. Quanto a "ortodoxia neoliberal", foi de fato um erro que os professores da escola de Chicago cometeram ao conceder demasiadamente para as ideias socialistas e keynesianas, como por exemplo o da oferta de credito por meio da emissão de moeda, que para tal admitiram também a existência dos bancos centrais. Ou seja, admitiram o núcleo da teoria do economista Keynes, essas medidas são o cerne do controle do governo, instrumento de interferência na economia através da alteração da quantidade dos meios de troca (moeda), numa palavra uma politica monetária de expansão monetária. O Professor Milton Friedman chegou a propor um modelo de emissão de moeda diária em quantidades fixas, essa era a preferencia dele, mas isso poderia ser também mensal, ou anual, esse foi o erro do neoliberalismo. Para se ter uma ideia o Plano Real adotou parte do neoliberalismo, como o monetarismo por exemplo, em outubro de 1994 a base monetária (quantidade de moeda circulando na economia em poder do publico e dos bancos) era de R$ 6,91 bilhões, no final do governo Lula em 31 de dezembro de 2010 era de R$ 151,14 bilhões, ou seja, a base expandiu 21,87 vezes. Isso mostra o porque os preços dos salários, bens de consumo e serviços sempre estão mudando os valores nominais sempre para um valor maior. Neste processo ocorre uma distorção que não há economista do mundo que consegue corrigir. Por isso a inflação é indomável, por isso adotam formulas de meta de inflação, cambio flexível, e superavit primário, além de outras medidas cosméticas...

    Por Papa Tango, em 10/06/2012 às 21:24

    @patos Seguidor é um termo mais apropriado para fanáticos religiosos. Contudo, compartilho da idéia que cabe ao Estado promover o pleno emprego através da indústria nacional. Se isto vai virar uma bolha ou se vai ser benéfico ao Brasil, pouco importa. Como diria Keynes, a longo prazo estaremos todos mortos. Sendo benéfico para o momento atual, estas políticas voltadas para o consumo devem ser adotadas como garantidoras do crescimento nacional, algo que todas as grandes potências mundiais provaram e que, mesmo sendo a prova do sucesso dessas medidas, sempre receitaram através do FMI o remédio amargo da ortodoxia neoliberal.

    Por milton valdameri, em 10/06/2012 às 20:21

    O guru da inflação que subjugou o Brasil durante mais de 20 anos chama-se Delfim Neto, que nasceu no mesmo dia, ano e local que o guru econômico do governo Lula/Dilma/PT e coincidentemente também se chama Delfim Neto. Precisa dizer mais?

    Responder

    Por erikssom patos , em 10/06/2012 às 20:59

    @miltonv, você tem toda a razão, o Delfim é o próprio, o pai e a mãe do modelo inflacionário da moeda brasileira, é um discípulo dedicado da "A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda" de J. M. Keynes, é uma equipe completa.

    Responder

    Por erikssom patos , em 10/06/2012 às 19:34

    Jader, você voltou com a corda solta hoje enh meu amigo! Apenas agora em dez dias do mês de junho a quantidade de moeda em circulação subiu 7,45% em relação ao ultimo saldo dia 31 de maio. Será que a década perdida voltará?!

    Responder

    Por Jáder Ribeiro, em 10/06/2012 às 19:54

    @patos meu amigo. sei que você é economista e confesso que gosto muito de suas colocações por aqui. Quando li a Veja da semana passada, o artigo sobre o "levantador de pibs" (Mantega) lembrei bastante de você. Esses remedinhos para aumentar o consumo aqui e ali parecem que cansaram, pois o brasileiro, eu inclusive, está endividado, e quem gasta mais dinheiro sabendo que o que tem já não é suficiente? Espero, de coração que nosso país não entre numa crise braba por causa da falta de investimentos e de reformas em setores que poderiam alavancar a economia. Você viu que apenas 14% do orçamento para infraestrutura foi utlizado até agora? Abraços.

    Responder

    Por erikssom patos , em 10/06/2012 às 22:02

    A respeito da execução do orçamento, geralmente o governo nunca executa 100% do previsto em determinadas rubricas. Como por exemplo, o orçamento previsto para a segurança publica em 2011, não foi executado totalmente, e o corte que houve no ano passado está agora sendo executado, o que significa que o que está previsto neste ano vai ser também protelado e empurrado para 2013. Para falar a verdade o governo está exaurido de recursos diante de um comprometimento do orçamento com a divida publica geral, são mais de 655 bilhões destinados para a rolagem da divida, pagamento de juros, e serviços da mesma. É muita grana para um orçamento previsto para este ano de aproximadamente 2,257 trilhões, ao passo que a arrecadação fiscal não ultrapassa de 1,6 trilhão. Agora imagina com esse pibinho que começa a patinar.

    Por erikssom patos , em 10/06/2012 às 21:02

    @jader, não sou economista, porém entendo um pouco de economia, o suficiente para compreender o que se passa no Brasil e no mundo sobre os processos econômicos. A gente também tem um pouco de conhecimento histórico sobre essa ciência, como também de todo o pensamento econômico e seus criadores.