Educação

Por Fundação iFHC, em 10/07/2012 às 18:34  / 7 opiniões.

iFHC debate a qualidade de ensino: a avaliação e a formação do professor devem ser prioridades

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A Fundação iFHC em parceria com a Fundação Brava realizou o seminário “Educação: Como Garantir a Eficiência do Ensino em Regiões Metropolitanas”. O evento contou com a participação de Thomas Kane, diretor do Centro de Pesquisas em Políticas Educacionais de Havard, Maria Helena Guimarães de Castro, diretora da Fundação Seade e ex-secretária Estadual de Educação de São Paulo e Claudia Costin, secretária de Educação do município do Rio de Janeiro. Conforme os especialistas, a avaliação e a formação dos professores são fundamentais para a melhoria da educação.

Segundo Thomas Kane, não basta ter apenas a formação, os professores também devem passar por avaliações contínuas ao longo do ano para eles conhecerem os seus pontos fortes e fracos. Thomas tem autoridade para falar do assunto, pois ele participou de um projeto que observou mais de 3.000 professores nos EUA, que media a qualidade das práticas em sala de aula por meio da relação aluno-professor, aluno-conteúdo e professor-conteúdo.

Porém, existe uma grande dificuldade em avaliar o desempenho dos professores no estado de São Paulo. Maria Helena Guimarães de Castro comenta sobre a rotatividade de professores na rede pública de ensino e a divisão de três redes de ensino em um mesmo território, as escolas municipais, estaduais e particulares, que possuem diferentes currículos e critérios de avaliações. Para ela, com a unificação das escolas municipais e estaduais, a avaliação dos professores seria facilitada.

Neste aspecto, a educação pública do município do Rio de Janeiro está um passo na frente. Do 1° ao 9° ano, há apenas escolas municipais com currículos e materiais padronizados. Agora, a principal preocupação do governo carioca, segundo Claudia Costin, é a formação do professor. O governo pretende implantar professores tutores dentro de sala de aula, com o objetivo de avaliar o desempenho do professor. Além disso, para ingressar na rede pública de ensino do Rio de Janeiro, os professores deverão passar por avaliações teóricas e práticas.

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    7 opiniões publicadas

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    Por Charmene Ribeiro Rodrigues, em 24/08/2012 às 16:02

    Acredito que antes de avaliar, o que deveria ser prioridade é a inovação filosófica/ pedagógica nas universidades para formar esses profissionais desvinculados de idéias limitadas doutrinativas. Há décadas que a educação brasileira segue a mesma retórica que hoje está unificada e "neurótica".O que se construiu de pensamento no campo da pedagogia e ciências co-relacionadas é a"verdade absoluta" e não deve ser "questionada". Bem,outras correntes pedagógias seriam bem vindas no atual momento, pois a educação brasileira precisa "urgentemente" de novas experimentações. Outro fator importante, é o de ampliar o campo Editorial às novas publicações accessivas no mundo, levá-las às universidades a aos cursos de formação e de atualização de educadores. Por último: atenuar o "Feudo Acadêmico" (construído e solidificado em décadas) nas universidades públicas é um processo necessário para que seja garantido a sobrevivência do sistema educacional brasileiro e a democracia no pais. Da forma como caminhamos, não basta pôr a culpa do fracasso do Sistema Educacional brasileiro nos educadores únicamente, se analisarmos melhor, é muito mais cômodo fazê-lo, que buscarmos uma mobilização em parceria com outros seguimentos institucionais e sociais.

    Por José Antônio da Conceição, em 10/07/2012 às 22:37

    POSTADO NA DISCUSSÃO PROPOSTA PELO ALEXANDRE SECCO: Olá Alexandre... estava sentindo falta de você por aqui. Perguntei outro dia: Cadê o Alexandre? Cadê o Xico do Chapéu? Creio que as perguntas sintetizam a saudade dos tempos iniciais do OP. Havia uma EQUIPE que mostrava a cara, que diziam quem eram e a que vieram. Havia uma interação entre os Observadores e a EQUIPE. Era como se estivéssemos todos em casa. Tudo mudou... Você se arriscaria a explicar para os Observadores ANTIGOS (Eu, Ricardo Froes, Loriaga Leão, Jáder Ribeiro, Sylvio Nóbrega, Roberto Argento, Campello, Observador Observando (atualmente Obi Ser Vando) e alguns outros (poucos) que ainda acreditam no potencial da plataforma, o que foi que houve? Por qual RAZÃO nós, que sustentamos a plataforma, não somos informados a respeito das mudanças de paradigmas que ocorrem dentro dela? Por qual RAZÂO foi permitido que tanta GENTE BOA que já postou por aqui, fosse embora por causa de não entender os CRITÉRIOS? Não me fale do CÓDIGO DE CONDUTA. Estou faalando de outra coisa... Estou falando das reclamações e também das sugestões dos OBSERVADORES fiéis. É como se o que eles (nós) disséssemos, não tivesse valor algum (devido à falta de retorno ou de uma explicação qualquer) - TRATAR O SER HUMANO como HUMANO e merecedor de resposta... Estou postando porque você já respondeu meus questionamentos no passado. È só mais uma tentativa... Agradeço sua atenção, antecipadamente. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- MINHAS DESCULPAS PELA INVASÃO DO ESPAÇO

    Por Ricardo Guignoni Neto, em 10/07/2012 às 21:29

    Existem muitos aspectos a serem analisados, mas arriscarei algumas opiniões: ===relação aluno-professor: esse ponto é importante (talvez o maior), pois temos uma clientela com n experiências de vida (íntima, familiar, social...) .Ex: O que fazer quando nos deparamos com um aluno cujos pais são drogados? O que fazer quando temos alunos com deficiência auditiva ou com síndrome de asperger ? ,=== aluno-conteúdo: é uma regra ultrapassada, pois se o aluno não aprende, entende-se que o professor não foi eficiente, mas a muitos poréns nisso. Qual é o interesse do aluno? Qual é o interesse dos familiares pelo filho-aluno? E por ai vai. ==== professor-conteúdo: é o que se espera. Domínio, porém sabemos que as faculdades só mostram a teoria. A prática muda muito a visão de profissional e ai voltamos ao primeiro tópico que, a meu ver, é o mais importante. Para findar, não adianto o avaliador ser apenas um teórico ou estar afastado a muito da sala, Um avaliador também precisa estar sempre vivenciando o cotidiano escolar, portanto, um avaliador deve ser um professor na ativa assim como o avaliado. Quanto a critica em função de termos três tipos de escolas, bem, vamos ver o que os outros têm a dizer. Fiquem à vontade.

    Por Ricardo Guignoni Neto, em 10/07/2012 às 21:31

    @ricardoguignoni-neto errata: ..mas há muitos poréns...

    Por Talita Cruz, em 10/07/2012 às 19:36

    É importante avaliar os professores, porém, a valorização desses profissionais é o fator principal para que o desempenho dentro de sala de aula seja satisfatório.

    Por Tiago Nogueira, em 12/07/2012 às 08:58

    @talita DISCORDO.

    Por Tiago Nogueira, em 12/07/2012 às 09:01

    @apenastiago foi mal, CONCORDO! eheheheh