Opinião

Por Economia Verde, em 21/06/2012 às 18:28  / 1 opinião.

Manifesto Ambientalista: a Rio +20 que não queremos

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As maiores entidades ambientalistas do mundo, ladeado por personalidades notórias da causa, divulgaram na tarde nesta quinta (21/06) um manifesto contrariando o documento oficial da ONU sobre a Conferência. Vale a pena acompanhar tal polêmica entre o “possível”, conforme argumentam os negociadores oficiais, e o “necessário”, na visão do movimento ambientalista.

“O Futuro que Queremos não passa pelo documento que carrega este nome, resultante do processo de negociação da Rio+20. O futuro que queremos tem compromisso e ação, e não só promessas. Tem a urgência necessária para reverter as crises social, ambiental e econômica e não postergação. Tem cooperação e sintonia com a sociedade e seus anseios, e não apenas as cômodas posições de governos. Nada disso se encontra nos 283 parágrafos do documento oficial que deverá ser o legado desta Conferência. O documento intitulado O Futuro que Queremos é fraco e está muito aquém do espírito e dos avanços conquistados nestes últimos 20 anos, desde a Rio-92. Está muito aquém, ainda, da importância e da urgência dos temas abordados, pois simplesmente lançar uma frágil e genérica agenda de futuras negociações não assegura resultados concretos. A Rio+20 passará para a história como uma Conferência da ONU que ofereceu à sociedade mundial um texto marcado por graves omissões que comprometem a preservação e a capacidade de recuperação socioambiental do planeta, bem como a garantia, às atuais e futuras gerações, de direitos humanos adquiridos. Por tudo isso, registramos nossa profunda decepção com os chefes de Estado, pois foi sob suas ordens e orientações que trabalharam os negociadores, e esclarecemos que a sociedade civil não compactua nem subscreve esse documento.”

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    1 opinião publicada

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    Por Roberto Janiak, em 21/06/2012 às 18:57

    Teria muito a dizer às "maiores entidades ambientalistas do mundo" sim, mas é pena que esses embustes sustentados por dinheiros oriundos de quem não quer ver o Brasil crescer sejam mais que suficientes para calar a boca até de quem é muito mais gabaritado que eu para comentar o assunto. Por isso, não vou dizer nada. Vou só lamentar que haja tantos idiotas disponíveis para divulgar tanta babaquice a ponto de justificar a montanha de grana que americanos e europeus investem nesse tipo de calhordice.