Sou um homem modesto, nunca tive interesse em ser o centro do mundo, só quero poder exercer meus direitos e lutar para que todos possam. O Sr.Xico Graziano não cansa de ressaltar o viés apartidário do Observador Político, assim me sinto á vontade para debater. Porém, ando sendo vítima de ataques gratuitos por usuários que discordam de mim, mas não sabendo como contra-argumentar, preferem descer ao terreno das ofensas.
O nível desce a ponto de escrever artigos só para me criticar, parece que de forma coletiva, uma vez que se tornou desnecessário citar o meu nome, mas sei que é para mim. Acusam-me de querer aparecer (?) , de querer “destruir”, em vez de “construir”. Para mostrar que muitos querem construir, usam uma certa palavra ofensiva no título do texto, além de “oportunista” e “mesquinho”.
Para certos tipos, não pode existir a divergência de opiniões, só divergências de caráter. Ninguém pensa diferente por acreditar em outros caminhos, só pode ser “mesquinho”, “oportunista” ou “vendido”, com uma leve caminhada para o “ingenuo”, ainda permitem a ingenuidade. UFA!
Hannah Arent, teórica alemã que foi perseguida pelo nazismo, escreveu o livro “As Origens do Totalitarismo”, onde faz um raio-x das maquinas totalitárias que surgiram no século passado: Alemanha nazista e União Soviética stalinista, ambas derrotadas pela história, para o bem da humanidade. Hannah lembra que o totalitarismo é muito mais que uma estrutura política, é algo que transforma o homem, que cria um “novo homem”, partindo da eliminação do “velho homem”. Certa hora, ela diz “As soluções totalitárias podem muito bem sobreviver à queda dos regimes totalitários sob a forma de forte tentação que surgirá sempre que pareça impossível aliviar a miséria política, social ou económica de um modo digno do homem”. Ações totalitárias ainda vivem entre nós.
Hannah viveu isso em muitos aspectos, ela era judia em plena Alemanha nazista, teve envolvimentos pessoais com Martin Heidegger, filosofo alemão que foi simpatizante do Nazismo, e Karl Jaspers, que combateu o nazismo e foi orientador e amigo de Hannah.
Diga-me quem citas e eu te direi quem és.
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36 opiniões publicadas
O que você tem a dizer?Por erikssom patos, em 10/06/2012 às 13:51
“Eriksson Patos: meu pensamento NÃO É MARXISTA, embora inclua as verdades incontestáveis ditas por Marx. Tente entender: SOU MEIO TERMO. Nem tanto ao mar nem tanto à terra.” “Por exemplo: Não pretendo retirar de quem tem para dar a quem não tem. Mas pretendo que, se NÃO existirem oportunidades para todos, o Estado entra e equaliza. Mas se EXISTIREM oportunidades para TODOS o Estado fica quietinho no seu lugar. Enquanto todos estiverem com o básico atendido, o Estado fica quietinho cuidando das suas principais funções. Quando o básico começar a faltar para alguém, o Estado entra (e entra PESADO) equalizando de novo e dando uma verdadeira aula pedagógica para todo mundo saber que o ESTADO existe e detém o PODER.” “Isso é diferente de tudo que já foi testado até hoje. Me diga onde testaram.” - José Antonio. ......................................................................................................................................................................................................... Muito bem, agora você posicionou mais objetivamente. As soluções que você pensa para acabar com as desigualdades sociais, não é diferente do que já foi testado até hoje, pelo contrario, essas ideias já estão em praticas já algum tempo em vários países europeus através da social democracia que tem no estado o chamado "ESTADO DO BEM ESTAR SOCIAL", você é que ainda não fez a leitura correta dos fatos e dos processos empregados para entende-los em maior profundidade. Não são apenas os países europeus que tem testado essas politicas econômicas de natureza socialista, outras nações também já fizeram isso e estão tentando fazer com outros nomes. François Hollande que é um socialista que ganhou as eleições na França prometendo contratar mais de 68 mil professores, pretende aumentar o imposto de renda em até 75%, para exatamente equalizar como você disse em sua resposta. Essas são medidas tipicas de países socialistas que espera do estado as soluções econômicas da população, porém o que esse tipo de politica não espera nem explica é quando surge uma crise provocada por exatamente esses tipo de procedimento e interferências na economia. Essas medidas revelam que esses gestores públicos não acreditam nas soluções que um livre mercado oferecem. http://br.noticias.yahoo.com/fran%C3%A7ois-hollande-busca-maioria-pleito-legislativo-012141956.html
Por Luiz Felipe, em 10/06/2012 às 17:00
@patos . Pois então, dê-nos um exemplo de estado ideal, segundo a sua visão, por favor.
Por erikssom patos, em 10/06/2012 às 19:06
@luisfelipe, ok meu amigo, resumidamente: Adotar um estado de "economia de livre mercado" dentro do estrito principio do laissez fire, e aí sim cumprir aquela promessa que os políticos vivem dizendo de cima dos palanques, de que a democracia é um sistema que o povo tem o controle do governo por meio do seu orçamento. Pois bem, para chegar a essa condição do governo ser controlado democraticamente pela população por meio do orçamento deve ser completamente reestruturado o sistema monetário, bancário e financeiro, com adoção do sistema monetário do 'padrão ouro' por meio de lei. Num conjunto de medidas, algumas delas deve ser imediatamente adotadas nessa reforma como a 'extinção do banco central', revogação do sistema de 'reserva fracionaria', adotação do principio de reserva bancaria de 100%, adoção do cambio fixo, etc... Só aí nessas medidas e algumas outras a liberdade seria outra, o surto de progresso seria inimaginável, além de evitar as crises econômicas cíclicas e outros parangolés...
Por erikssom patos, em 10/06/2012 às 14:18
Eu não peguei a França por mero capricho, ela é um bom exemplo de social democracia e assistencialismo na Europa, ela é um país que tem aprofundado bastante em politicas econômicas socialistas como outros exemplos que não cabe citar aqui. É claro e obvio que você pensa como qualquer socialista, porque na hora de equalizar a desigualdade social lhe resta apenas três alternativas a serem executadas por meio do estado, que são, cobrar impostos, tomar emprestado, ou utilizar da prerrogativa do monopólio de ter um banco central e emitir dinheiro na sua economia. Quando você cobra impostos como governo, você está impondo na marra para os cidadãos, está na verdade tomando o que é dos outros para dar para outras pessoas que você acha de direito, isso é uma ação compulsória e unilateral, porque ninguém consentiu espontaneamente tal transferência de bens para os cofres públicos, não houve nenhum acordo prévio para tal ato. Inclusive você mesmo já disse que pobre - você não mencionou nem os remediados e nem os ricos - paga altos impostos nos supermercados, e paga mesmo. Ora, eles estão, como os que você não citou, sendo taxados também compulsoriamente pelo governo para transferir recursos para os pobres que são mais pobres que eles mesmos! Esse é o estado que você imagina e que deve jogar pesado, imagina se jogar pesado mesmo, é claro que os políticos não vão encontrar aceitação espontânea por parte do povo para recolher impostos a sumir de vista como é feito na Suécia, mais de 50% do PIB, então quando surge essa barreira ou resistência por parte da população, existem outros mecanismos utilizados, certos governos ditatoriais fazem isso retirando a liberdade da sociedade, outros trabalham com a democracia, mas utilizam de artimanhas econômicas que camuflam as crises que agora estamos passando por ela. Já tivemos a oportunidade de falar alguma coisa dos princípios econômicos keynesianos, como também do monetarismo que fez muita concessão para o estado socialista e agora está em crise também, inclusive no Brasil.
Por Jose Reis Barata Barata, em 10/06/2012 às 05:22
Sr. Energúmeno, “Por um debate sujo para um Brasil passado a limpo”. Não se fala de merda pensando em rosas. O amor (tanto quanto paixão, ódio, raiva, inveja, egoísmo, vaidade, etc.) não é privilégio de homens íntegros, mas, da humanidade por sentimentos que o são. Tampouco escolhe objetos. Brutos e crápulas amam também a mentira, a esperteza, a moeda, o poder... Sentimento não se explica nem compreende, sente. Recordei-me deste slogan (Por um debate sujo para um Brasil passado a limpo) que propus há época da campanha do Serra à presidência ao vê-lo desajeitado perante a sordidez de adversários. A principal acusação leviana era a de que Serra baixava o nível do debate, quando, velada, educada e candidamente sinalizava para supostas condutas imundas de oponentes (terrorismo, aborto, roubo, homossexualismo, etc.) não devidamente esclarecidas de importância vital para quem almeje o mais elevado cargo público do Estado. Novamente, agora, Serra, ao reiniciar a campanha à prefeitura de São Paulo (primeiro passo para a Presidência), percebo um Serra ainda tímido em seus argumentos e termos. Desse modo uso um chavão de um locutor esportivo quando um jogador perde um gol feito: “Não Serra, não é assim!”. Permita-me senhor amante energúmeno repetir para VSª. esse mesmo slogan de vez que se V.S.ª não perdeu um gol feito, perdeu mais, perdeu a oportunidade de ficar calado: “Não Sr. Energúmeno, não é assim!”. Lembre-se que foi V.S.ª mesmo que, expressa e publicamente escreveu, reconhecendo-se: “O nível desce a ponto de escrever artigos só para me criticar, parece que de forma coletiva, uma vez que se tornou desnecessário citar o meu nome, MAS SEI QUE É PARA MIM”. Se V. Sª sabe...É a tal história da carapuça. Nível, Sr. Energúmeno, não é instrumento usado por aqueles que labutam com “liberdade de expressão”; nível é instrumento de pedreiro. O Sr. Já ouviu dizer que: - quem não deve não teme? -Quem for de cristal que se quebre? -Quem tem telhado não deve entrar na política partidária? A contradição e insidia são a tônica de seus torpes escritos. V.S.ª, inopinadamente, trouxe uma versão de um fato épico com um documento público, publicado e assinado da época e para contestar tenta desqualifica-lo, literalmente, assim: “A revista Veja considerou o editorial “Roberto Civita não é Rupert Murdoch”, um marco nas lutas democráticas. Engana-se quem pensa que o jornal fundado por Roberto Marinho, o general civil da ditadura militar, é novo na defesa da democracia, o editorial de 2 de abril de 1964, intitulado “Ressurge a democracia”, está para provar que ,desde sua fundação, ele luta pela democracia. Como a família explicaria que um golpe militar fez “ressurgir” a democracia, é outro caso desses que só acontecem no Brasil. Segue o editorial, na íntegra:” O que V.S.ª trouxe de argumentos para desqualificar liminarmente pessoas e fatos? “Por um debate sujo para um Brasil passado a limpo” Há uma máxima, como tantas outras de fonte no insuperável saber popular, que afirma: “Quem não pode com o pote, não pega na rodilha” Melhore, ajeite a rodilha para suportar o peso do pote. Lamento, e considero que V.S.ª esteja fazendo mau uso do legado de H. Arendt, ou, intepretação às avessas, incomPeTente como no caso do editorial de O Globo. Vou sugerir que V.S.ª leia com um pouco mais de atenção Hannah Arendt em “Origens do Totalitarismo” e use para reflexão a verdadeira e real intenção da autora mostrando a cruel face dele e não com o intuito de aprender os deletérios instrumentos físicos e morais que usa e que tanto se ajustam às condutas do atual grupo que se apossou do Estado brasileiro. “A propaganda totalitária pode insultar o bom senso somente quando o bom senso perde a sua validade...A força da propaganda totalitária - antes que os movimento façam cair cortinas de ferro para evitar que alguém perturbe, COM A MAIS LEVE REALIDADE (grifo meu), a horripilante quietude de um mundo completamente imaginário - reside na sua capacidade de isolar as massas do mundo real – H.Arendt, obra citada às pgs. 402” Sds.
Por Luiz Felipe, em 10/06/2012 às 10:08
@jose-reis-baratabarata . Barata, chega de blablablá pois chegou a hora do pega pra capá. Ajude o HoMeM a levantar o Sergipe, e seu povo, bem como todo o Nordeste do Brasil. Os nossos irmãos dessa imensa região já sofreram demais por conta dos erros políticos do passado, já foram muito rejeitados e discriminados noutras regiões para onde migram fugindo do miserê que sempre reinou por aí por conta de políticos e políticas ineficazes sem projetos capazes de mudar para melhor a triste realidade regional. Urge, levarmos a Eles agora a Mega-Solução que esperam há 512 anos. Dê-lhes as Boas Novas, diga-lhes aos nossos irmãos da sua região que o HoMeM, o PNBC e a Meritocracia Eleitoral existem, que pensou e pensa no melhor para todos diuturnamente. Você já parou para pensar que com os seus conhecimentos, demonstrados por aqui, à evidência, via Meritocracia Eleitoral, seria vc um dos representantes do seu povo, da sua região, e não a velha malandragem politico-partidária-eleitoral que já deu flor há muito tempo ?
Por José Antônio da Conceição, em 10/06/2012 às 01:46
Eriksson Patos: meu pensamento NÃO É MARXISTA, embora inclua as verdades incontestáveis ditas por Marx. Tente entender: SOU MEIO TERMO. Nem tanto ao mar nem tanto à terra. Por exemplo: Não pretendo retirar de quem tem para dar a quem não tem. Mas pretendo que, se NÃO existirem oportunidades para todos, o Estado entra e equaliza. Mas se EXISTIREM oportunidades para TODOS o Estado fica quietinho no seu lugar. Enquanto todos estiverem com o básico atendido, o Estado fica quietinho cuidando das suas principais funções. Quando o básico começar a faltar para alguém, o Estado entra (e entra PESADO) equalizando de novo e dando uma verdadeira aula pedagógica para todo mundo saber que o ESTADO existe e detém o PODER. Isso é diferente de tudo que já foi testado até hoje. Me diga onde testaram. Se não conseguir dizer, para de atacar com "coisas acontecidas no passado".
Por Dmitri Razumikhin, em 13/06/2012 às 07:50
@joseantonio400 E quem vai fiscalizar o fiscal?
Por Luiz Felipe, em 10/06/2012 às 09:49
@joseantonio400 . Parabéns.
Por José Antônio da Conceição, em 10/06/2012 às 01:30
Não já ficamos (nós, nossos pais, nosso avós e bisavós, etc...) esperando que OUTROS resolvessem os problemas que nós estamos enxergando?
Por Sylvio Nobrega, em 10/06/2012 às 01:20
Caro, os ataques não são gratuítos. Você ainda acredita que o PT é o "guardião deste país" (palavras suas). Não é possível que alguém isento, com plena consciência escreva e acredite numa barbaridade destas. Você mora no Brasil?
Por Luiz Felipe, em 10/06/2012 às 09:54
@sylvionobrega . Mas, de repente, se todos quisermos, podemos passar a morar no Novo Brasil Confederativo, com a Mertitocracia Eleitoral em vigor, face à qual todos terão acesso aos cargos de autoridades, inclusive os militares, conforme o mérito de cada pretendente, nivelando tudo por cima. A quem não interessa isso ? Apenas aos velhos golpitas, e à jacarezada que adora a lama das cachoeiras e dos velhos mares de corrupção.
Por Rafael Braga, em 10/06/2012 às 02:34
@sylvionobrega Ninguém é isento, meu caro.
Por José Antônio da Conceição, em 10/06/2012 às 01:27
@sylvionobrega E você Silvio? Acredita numa nova situação IDEALIZADA por nós? Mesmo que ERREMOS (o erro é humano), não vale a pena tentar?
Por Sylvio Nobrega, em 10/06/2012 às 02:19
@joseantonio400 Tentar o quê?
Por José Antônio da Conceição, em 09/06/2012 às 22:16
Aproveito para convidar a PENSAR diferente. Não na URSS ou em CUBA. Apenas PENSAR. Meu convite está no meu Blog, sob o título "Continuamos pensantes e produzindo ideias". Aqui mesmo no OP.
Por erikssom patos, em 09/06/2012 às 23:15
@joseantonio400, refiro a URSS por ser um dos melhores exemplos acabados da estupidez de certos pensamentos que já foram postos em pratica na humanidade, além de outros, como o fascismo na Itália, o nazismo na Alemanha, etc. A URSS encarnou o marxismo no que tem de melhor e de pior. Se essa experiencia ainda não serviu de lição para as nações ou povos da terra, então ainda iremos experimentar coisas piores. Uma questão é você idealizar uma situação econômica de um determinado povo, a outra é a hora de por em pratica essa ideia. Ai entra o estado, o poder, o sistema politico, a economia.
Por José Antônio da Conceição, em 10/06/2012 às 01:34
@patos Estado, Poder, Economia, Sistema político não estão com PROBLEMAS? Não estaria na hora de dicutirmos estes (problemas) e começarmos a apontar soluções de maneira prática, exquível, aberta a sugestôes, e DEMOCRATICAMENTE tentarmos resolver? Até quando ficaremos esperando que OUTROS resolvam?
Por José Antônio da Conceição, em 10/06/2012 às 01:25
@patos E que tal se AÍ entrássemos nós? Claro, Nós e os outros que pensam (moderadamente) como nós, que é preciso traçar ROTAS DE CORREÇÃO...
Por José Antônio da Conceição, em 09/06/2012 às 22:00
O povo, Ériksson Patos, quando me refiro a ele: -São aqueles que já foram chamados de "descamisados" em determinada época da política Nacional. -São os que nessitam do SUS sem terem renda para garantir um plano de saúde privado. -São os que não podem enviar os filhos para uma escola particular por falta de conta bancária para tal. -São aqueles que os comentários da TV atual se refere como "inadiplentes". -São aqueles que se sujeitam ao pagamento de aluguel por não possuirem casa para morar e não poderem morar debaixo da ponte. -São aqueles que pagam impostos altíssimos em cada compra que fazem, seja no supermercado, padaria, shopping ou assemelhados e não são restituidos destes impostos em serviços dignos. -São aqueles que pagam altas contas de Celular ou Telefone Fixo sem que o salário com que são remunerados seja compatível com a despesa. São aqueles que andam em transporte coletivo de péssima qualidade, em grandes centros onde a mobilidade urbana está um caos, respirando o veneno emitido pelos automóveis (expressão antiga né?) que transitam pelas pelasmesmas vias. Depois falo dos sem-teto, dos sem-terra e de ouros sem tudo. Por enquanto estou falando só de POVO. Não creio que você se enquadre pelo menos em 50% das categorias que indiquei.
Por erikssom patos, em 09/06/2012 às 23:54
Já era tempo para os petistas e simpatizantes perceberem de que mesmo esses partidos que podem serem considerados de tendencia socialistas praticam uma politica econômica dessas, de onerar a sociedade e o setor produtivo com uma alta carga tributaria, e não conseguem reaplicar os recursos arrecadados com eficiência, tanto no desenvolvimento, quanto nos serviços que estão em suas atribuições prestar, então só existe uma conclusão, não adianta delegar poder para o estado assistencialista fazer a tão decantada justiça social, se com essas politicas o estado apenas consegue paralisar o setor produtivo e as pessoas que produz de receber o fruto de seus esforços.
Por erikssom patos, em 09/06/2012 às 23:04
Então quem não enquadra nesta sua definição de "povo" é o quê?! Alem do mais, como você enquadraria milhões de pessoas num quadro desses, se provavelmente não encontrará uma situação dessas descrita? Provavelmente você mesmo não enquadra nesta classificação, e se não enquadra deve ser porta voz destes. Mas tem mais, você disse que povo é o que vota, então quem vota é somente este povo descrito por você? Vejo de forma diferente, entendo que povo é um conjunto de pessoas ou cidadãos (indivíduos) que vivem em um determinado território, que fala a mesma linguá , tem as mesmas tradições, crenças, cultura, governo, etc, independente de condições econômicas e posição social... Mas tem mais, antes de pensar em povo em sentido abstrato, eu vejo e sei que povo é um conjunto de indivíduos reais, concretos, que tem vontade própria, inteligencia, consciência de si mesmos. Da forma que você classifica é implícito a divisão marxista de classes dos explorados, e dos exploradores, ou seja, quem não é explorado é explorador, essa visão é binaria, é, não é, etc...
Por erikssom patos, em 09/06/2012 às 21:35
"(...) Hannah lembra que o totalitarismo é muito mais que uma estrutura política, é algo que transforma o homem, que cria um “novo homem”, partindo da eliminação do “velho homem”. Certa hora, ela diz “As soluções totalitárias podem muito bem sobreviver à queda dos regimes totalitários sob a forma de forte tentação que surgirá sempre que pareça impossível aliviar a miséria política, social ou económica de um modo digno do homem”. Ações totalitárias ainda vivem entre nós." ................................................................................................................................................................................................................. Na historia da formação do estado socialista Soviético, Stalin quando da implantação do processo de coletivização forçada das propriedades rurais http://pt.wikipedia.org/wiki/Coletiviza%C3%A7%C3%A3o_for%C3%A7ada ele disse a uma ponderação de um economista, de que a tarefa deles não era estudar a ciência econômica, mas mudá-la completamente, e mais, eles não estavam limitados por nenhuma lei, não reconheciam nenhuma lei, e de que não havia nenhuma fortaleza que os bolcheviques não podiam atacar e destruir a qualquer momento. O próprio partido se tornou a lei.
Por roberto argento filho argento, em 09/06/2012 às 21:29
Pra seu conforto, aqui no OP, algumas vezes deixamos o energúmeno fluir, faz parte. Deixar o energúmeno fluir não é o maior dos problemas, é a inocência e a informação Seletiva. Algum pensador, desses que ninguém lê Disse que os homens são (melhor) governados pelo Medo, sabemos disso sem precisar ler estes caras,quando perdemos a pipa prum cara mais mais forte, mas, se não morremos de bala perdida, ou de alguma virose da moderna medicina, crescemos, viramos Homens e somos governados pelas Fomes (de comida, de ser, de ter). O Problema fica maior quando não se consegue identificar, quem está dando a comida, como e por quê. Aí é que entra a Informação Seletiva, esta, sim, pode fazer perder-se a alma. Nem tudo é aquilo que parece, Terrível pode ser Medonho ou Grandioso, só depende da fome de aprender.
Por José Antônio da Conceição, em 09/06/2012 às 20:27
"O Sr.Xico Graziano não cansa de ressaltar o viés apartidário do Observador Político, assim me sinto á vontade para debater. Porém, ando sendo vítima de ataques gratuitos por usuários que discordam de mim, mas não sabendo como contra-argumentar, preferem descer ao terreno das ofensas." Há quanto tempo você está no OP? Estou desde o primeiro mês e já fui vítima disso inúmeras vezes. É bom que seja assim. Eles desconsideram o POVO (os que votam). Continue a não dezprezar o POVO e faça ouvidos moucos ao que dizem.
Por erikssom patos, em 09/06/2012 às 20:37
@joseantonio400 você disse: "É bom que seja assim. Eles desconsideram o POVO (os que votam). Continue a não dezprezar o POVO e faça ouvidos moucos ao que dizem.", então quer dizer que se alguém discordar das ideias de esquerda ou simpáticas a elas, não é povo?! Eu discordo de praticamente todas as ideias da esquerda, e sou povo também. Posso estar enganado, mas será que povo se tornou sinônimo de coitadinho e de gente que precisa de defensor dos desvalidos?!
Por Dmitri Razumikhin, em 09/06/2012 às 20:15
"..A facilidade com que os apóstolos do futuro melhor aceitam e legitimam o fato bruto da injustiça, da opressão e do genocídio nas sociedades criadas por eles próprios contrasta pateticamente com sua revolta e indignação contra meras idéias abstratas, símbolos e valores culturais de outras sociedades. Mesmo hoje, após a revelação de todos os crimes históricos da sua revolução, parece-lhes menos urgente denunciar o ininterrupto morticínio estatal chinês ou desmontar a máquina letal da narcoguerrilha do que destruir a linguagem e os valores de sociedades que, se têm lá sua quota de males e desvarios, nunca foram genocidas nem totalitárias. É que nessa linguagem e nesses valores, às vezes milenares**, se incorpora o seu inimigo por excelência: a natureza humana.." Lógicas paradoxais Revista Época, 30 de junho de 2001
Por Octávio Henrique, em 10/06/2012 às 01:14
@razumikhin "destruir a linguagem" DESTRUIR A LINGUAGEM DESTRUIR A LINGUAGEM... Comovente é a ignorância daqueles que aprendem as coisas em uma noção fechada de mundo e querem que o dinâmico se torne o que não é: estático. Gostaria de saber como seria chamado quem fez esse editorial pelos falantes do Latim clássico em Roma. Seria ele chamado de 'revolucionário subversor' ou apenas de 'ignorante'? Ora, pois se defende tanto uma língua que fez o Latim Clássico morrer e que veio da "destruição" do Latim clássico, ou seja, de uma de suas variantes coloquiais, então, segundo a próprio retórica do articulista, ele mesmo não passa de um revolucionariozinho de merda perto dos antigos falantes da língua latina. "nunca foram genocidas nem totalitárias. " Tudo o que desiguala é genocida e totalitário por natureza, pois acaba causando coerção, coação e mortes. E na linguagem isso existe também pois, como relatado em 'Vidas Secas', ela é usada como mecanismo de exclusão social e de imposição sobre os excluídos. Agora, se isso não é grande mal, não sei o que é. "É que nessa linguagem e nesses valores, às vezes milenares**, se incorpora o seu inimigo por excelência: a natureza humana.." Então você acha que é a norma padrão que é a língua natural a todos? Conte-me sobre aquele 'para mim fazer' ou aquele 'vou na feira/no mercado/ no shopping' que você deixou escapar ontem. E: Então você crê piamente que os dogmas da sua religião e a sua cultura são a única natureza humana? Conte-me mais sobre como você terá coragem de falar isso no lado oriental e muçulmano/hinduísta do mundo, ou para as tribos africanas.
Por Octávio Henrique, em 13/06/2012 às 12:28
@octaviohenrique Resumindo, vamos deixar de investir em ciências e passar a viver só de costumes e tradições. Parabéns, é por pessoas como você que o mundo ainda continua essa ilusão. PS: Citação não é argumento, e ser ateu nada tem a ver com desvario, mas sim com procura pelas próprias respostas.
Por Dmitri Razumikhin, em 13/06/2012 às 07:43
@octaviohenrique "..No empenho de destruir a natureza humana, qualquer pretexto, por mais mesquinho que seja, serve para impor uma nova semântica que force os seres humanos a sacrificar suas percepções e sentimentos espontâneos no altar da moda politicamente elegante [ou revolucionária]. Realidades naturais conhecidas há milênios são então relativizadas como “criações culturais”, enquanto palavras de ordem fabricadas ainda ontem são impostas como expressões da natureza eterna e auto-evidente. [...] O efeito paralisante que esse tipo de jogo mental exerce sobre a intuição lógica é manifesto. Quem quer que admita levar a sério um discurso lógico que só pode ser sustentado contra a própria intuição direta das condições reais em que o discurso é enunciado consente em tornar-se cobaia de um exercício de esquizofrenia experimental, que, tornado hábito, resultará na completa ruptura entre pensar e conhecer. Não há desvario a que o ódio a Deus não possa conduzir, seja na esfera do totalitarismo político, seja na do totalitarismo intelectual..." Lógicas paradoxais Revista Época, 30 de junho de 2001
Por José Antônio da Conceição, em 09/06/2012 às 20:32
@razumikhin Faltou TRADUZIR para o povão... Aquele que vota nos "REPRESENTANTES" que decidem, inclusive a sua vida, lá em Brasíia....
Por erikssom patos, em 09/06/2012 às 18:23
Como dizia um personagem do Chico Anísio, "Jovem é outro papo!" - Bosó, era o nome do personagem do humorista. Você é jovem, mas sabe por ser inteligente, de que os temas de que tem tratado são polêmicos por se tratar de uma historia recente do país e do mundo, que até poucos dias atras (1989) estava numa guerra fria e bi polar. Tanto é assim, que você mesmo demonstrou a sua estranheza de verificar nos próprios meios acadêmicos isso aqui que escreveu: "A doutrinação nas universidades: a sala de aula virou foco da guerrilha http://www.observadorpolitico.org.br/2011/07/a-doutrinacao-nas-universidades-a-sala-de-aula-virou-foco-da-guerrilha/"
Por José Antônio da Conceição, em 09/06/2012 às 20:28
@patos Chico Anísio dizia mais que isso por meio dos seus personagens. Havia um que dizia insistentemente: "DETESTO POBRE"...
Por mario jota, em 09/06/2012 às 18:00
Meu caro, seu texto é de uma incoerência monumental. Posta textos elogiando quem quer controlar a imprensa, defende o indefensável. Razão pela qual você sofre críticas.
Por Rafael Braga, em 10/06/2012 às 02:35
@mario130852 Se fosse baseado nos argumentos, mas são recheadas de críticas pessoais
Por José Antônio da Conceição, em 09/06/2012 às 20:30
@mario130852 Críticas a quem deseja esclarecer o povo, existem desde os tempos em que Cristo andava por aqui. O que você disse não é novidade...