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Por Observador Conteúdo, em 26/04/2012 às 12:26  / 4 opiniões.

EUA devem olhar América Latina

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Em artigo publicado no jornal Los Angeles Times e reproduzido pelo Estado de S. Paulo, o senador republicano pela Flórida (EUA) Marco Rubio afirma que os Estados Unidos não devem deixar a América Latina de lado enquanto concentra atenções na Ásia, Europa e Oriente Médio.
Segundo o senador, é necessário que o país ajude as democracias pouco desenvolvidas da América Latina, através da construção de um movimento democrático, da melhora dos laços comerciais, da cooperação nas questões de energia e da construção e fortalecimento de alianças.

Confira um trecho do artigo publicado no Estado de S. Paulo:

Os EUA não podem dar-se o luxo de continuar deixando a América Latina em banho-maria enquanto concentram o grosso de sua atenção na Ásia, Europa e Oriente Médio. Os esforços americanos deveriam se concentrar em quatro áreas fundamentais: construir um movimento democrático, melhorar os laços comerciais, cooperar em questões de energia e construir e fortalecer alianças de segurança.
Não foi por acaso que uma maior prosperidade se seguiu ao fortalecimento de instituições democráticas na América Latina. Não é surpresa que Cuba, que ainda não é uma democracia, enfrente dificuldades. Olhando para uma futura era pós-Castro, os cubanos estão empreendendo ações cada vez mais ousadas para ter liberdades políticas e econômicas. Os EUA deveriam apoiá-los encontrando maneiras de aumentar a conectividade entre cubanos e expandir o acesso a tecnologias na ilha.
Também precisamos ajudar democracias pouco desenvolvidas da América Latina. As eleições livres são fundamentais, mas não bastam. Como se viu na Venezuela, na Nicarágua, no Equador e na Bolívia, líderes eleitos podem usar o poder democraticamente obtido para abusar de seu povo, atacar liberdades fundamentais e enfraquecer a sociedade civil. Um novo desafio poderá se colocar em breve, já que a Venezuela fará sua eleição presidencial em outubro. Se Hugo Chávez perder a eleição ou ficar incapaz de governar, outros países do hemisfério deviam ser proativos e resolutos ao deixar claro que não farão nenhuma tentativa de suspender a ordem constitucional.
Os avanços recentes de prosperidade e mobilidade social na América Latina ajudaram a fortalecer democracias e a criar novos consumidores. Após décadas de ditaduras, guerras e corrupção, muitos países latino-americanos surgiram como exemplos das coisas boas que ocorrem quando a livre iniciativa cria raízes. Países como Colômbia e Chile foram um dia assolados por conflitos que requereram ajuda ou intervenção internacional, mas estão se engajando no mundo como nunca, tornando-se autossuficientes e oferecendo novas oportunidades econômicas aos EUA.

Confira o artigo completo no site do Estado de S. Paulo

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    4 opiniões publicadas

    O que você tem a dizer?

    Por José Antônio da Conceição, em 07/05/2012 às 00:44

    EUA olhando para alguma nação do mundo sem colocar seus interesses em primeiro lugar? Já aprendi que terei de morrer e voltar inúmeras vezes ao planeta terra, se é que desejo vivenciar este dia...

    Por roberto argento filho argento, em 06/05/2012 às 23:51

    Tá errado não, e olham como sempre olharam; geopolíticamente.

    Por roberto argento filho argento, em 07/05/2012 às 21:45

    @argento: ... a América Latrina.

    Por augusto josé sá campello, em 26/04/2012 às 15:08

    Boa tarde. Talvez o Senador Rubio não tenha feito o dever de casa como devia. Talvez, por ser da Florida, esteja fazendo algum tipo de afago para que os deslumbrados de sempre viagem para lá, para ver o Michey e deixar um trocado. AjsCampello