Economia

Por Observador Conteúdo, em 28/03/2012 às 11:46  / 2 opiniões.

Sistema tributário: principal inimigo à competitividade da indústria nacional

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Em artigo para o jornal Folha de S.Paulo, Maucir Fregonesi Junior, advogado especialista em direito tributário, defende a redução dos impostos como uma forma para tornar a indústria brasileira mais competitiva no cenário internacional. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento a importação de vestuário bateu recorde no início de 2012. As compras de roupas de outros países, em janeiro e fevereiro, ultrapassaram 462 milhões de dólares, 72,5% mais em relação a igual período de 2011, quando as importações já haviam batido recorde. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, “o cenário reflete a valorização do real, que torna os importados mais baratos, e o crescimento das vendas das roupas mais em conta da indústria de confecção da China, quem responde por 60% de tudo o que o Brasil compra”. Confira um trecho do artigo de Maucir Fregonesi Junior:

País ainda não fez lição de casa para reduzir o ‘custo Brasil’

A valorização do real ante o dólar tem sido posta como a principal vilã da competitividade do produto industrializado brasileiro. Mas a questão não é nem de longe o único fator a contribuir para a dificuldade da empresa brasileira de concorrer com as estrangeiras.
O produto industrializado brasileiro tem alto custo de produção, o que torna o preço final pouco competitivo.
Basta comparar qualquer produto nacional com seu similar estrangeiro.
A diferença de preço entre um e outro supera, muitas vezes, a casa dos 150%.
Caso de produtos têxteis, calçados e da maioria dos produtos acabados. É o famoso “custo Brasil”.
Uma empresa precisa ter em mente que, para precificar seu produto e obter lucro, ainda que pequeno, terá que lidar com deficiência e ineficiência de nossa infraestrutura, com logística e energia insuficientes para a demanda, com falta de mão de obra qualificada, matéria-prima custosa e ainda o oneroso e complexo sistema tributário, principal inimigo à competitividade dos nacionais.
A lista é grande dos tributos que oneram a pessoa jurídica: há incidentes sobre a renda (IRPJ e CSLL), sobre a receita bruta (PIS e Cofins) e pesados tributos sobre a folha de pagamentos (a contribuição social patronal, as chamadas contribuições de terceiros e o FAP).
Na fabricação e na comercialização de produtos, há ainda o IPI, de ordem federal, e o ICMS, de ordem estadual.

Leia o artigo completo publicado no jornal Folha de S.Paulo (conteúdo restrito)

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    2 opiniões publicadas

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    Por platform high heels, em 30/04/2012 às 21:26

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    Por Elza A., em 28/03/2012 às 17:36

    Governo(s), principal inimigo do crescimento e desenvolvimento da industria, do comércio, dos serviços e do povo do Brasil. Indústria, Comércio e Serviços, necessitam de investimentos para produzirem. Ora, qualquer um sabe que o peso dos "Impostos Coloniais" e dos Juros DE AGIOTA que até os bancos oficiais praticam, IMPEDEM o desenvolvimento DO PAÍS. Com ESTE PESO ENORME sobre a produção O QUE ACONTECE É A ELEVAÇÃO do preço de nossos produtos com reflexo no comércio e na prestação de serviços. Por isso é que os "importados" são tão baratos. ELES NÃO TEM ESTE "ASSALTO A MÃO ARMADA" EMBUTIDO nos seus preços. É por isso que os CARROS IMPORTADOS USADOS (baratíssimos) SÃO PROIBIDOS NO BRASIL PELO NOSSO "GOVERNO" TÃO AMIGO do povo"! SÓ QUEM "eles deixam", e "PODE TER" É jogador de futebol ou milionário... Considerando que o "mercado" presume investimentos e dívidas, vemos que a realidade é que quem deveria gerenciar e proteger este Mercado , QUEBRA A PERNA DE QUALQUER OUSADO "EMPREENDEDOR", a manos que ele seja um "colaborador de campanha", quando recebe muitas benesses e financiamentos do ... BNDES!!! . Aqui, em vez do governo resolver problemas, ELE CRIA e AMPLIA os já existentes na Nação... Políticos não FALAM A VERDADE. Aliás, quem ousar querer ouvir a verdade, será ALIJADO DO PROCESSO e, não raro , ameaçado com "processos"...